[ENQUETE ASIANMIXTAPE] Qual modinha atual do k-pop já deu o que tinha que dar?

Todo mundo sabe que o k-pop passa por Eras geológicas com tendências que vem e vão. Algo que uma hora parecia estar lá pra ficar, no ano seguinte simplesmente desaparece para todo o sempre. Tivemos a época do autotune descontrolado com gente vestida com papel alumínio, a época do merdastep desacelerando e peidando na bridge das músicas, a época do ❤ sexy concept ❤ com várias midtempos sensuais. Modinhas podem ser boas ou ruins, mas a verdade é que no fim do ciclo de vida delas, ninguém honestamente aguenta mais. É por isso que pra essa nova enquete, resolvi perguntar pra vocês:

QUAL MODINHA ATUAL DO K-POP JÁ DEU O QUE TINHA QUE DAR?

Quais são aquelas modinhas que já cansaram tanto que fazem vocês até mesmo pensarem em abandonar o fandom do k-pop pra ouvir Lucas Lucco ou virarem stan de Maiara & Maraísa?

Votem!!!1

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Analisando as inéditas do Finally + os três spots televisivos da coletânea final de Namie Amuro.

Como vocês já sabem, Namie Amuro se aposentará em menos de um ano. Mas antes disso, fomos prometidos um último LP ano que vem e uma coletânea agora pra novembro, reunindo uma seleção de seus maiores e melhores hits até hoje (ou ao menos é o que dizem, visto que a tracklist é abominável). Eu ainda não superei a tracklist sem Wild, Do Me More, Alive, Hands on Me e mais uma caralhada de bops. Também não superei o all time best se chamar “FINALMENTE” ao invés de “Ultimate Fiction”, “Final Fiction” ou até mesmo “Finale”. É a prova de que Namie não via a hora de se aposentar e estava de saco cheio da carreira. Mas “Finalmente” continua sendo um nome horrível, só funcionando mesmo pra Ayu, visto que isso foi provavelmente o que ela disse quando viu o anúncio da aposentadoria de sua nemesis. Ahein. Fiquem aí com os três teaser spots lançados até agora pra coletânea, todos com Namie abusando daquela cara de constipação chapada de passiflora que só ela sabe fazer:

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THE UNIT lança sua Ping Me Ping Me Up. Mostra que misturar sexos foi uma ideia estúpida.

Dia 28 de outubro verá a estreia de THE UNIT, o mais novo survival show da nação, que incluirá uma centena de idols de girlbands e boybands falidas pra ver se alguém consegue reavivar sua carreira pela exposição gratuita e narrativa de underdog (NU’EST’s impact). Sim, vai ser isso mesmo: homens e mulheres juntos numa temporada só, lutando pra conseguir sua vaga em uma (ou serão duas?) unit salva-carreiras estilo I.O.I e Wanna One. Eu já estava achando que misturar homens e mulheres numa única temporada era uma ideia inerentemente estúpida, ainda mais pra cultura de fandom coreana. E se o clipe da Ping Me Up/Ping Me Up 2 (Eu sou Eu) deles serve de referência, o rebosteio por vir será AVASSALADOR:

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[CHARTS MUNDIAIS – 40° SEMANA DE 2017] Sexy Zone, Juju, Bolbbalgan4 e mais!

E chegou a hora de analisarmos o que o mundo coroou como as mais populares da semana no Japão, Coreia, EUA, UK e aqui no Brasil. Semana passada vimos TOUKEN DANSHI, Leo Ieiri com Sakurako Ohara e Sakura Fujiwara, Cardi B, Post Malone, 1KILO, Gustavo Lima e você dominando os charts. Digno de nota foi o fato de não termos tido o chart da GaOn, devido aos feriados do Chuseok na Coreia. A semana foi uma merda horrorosa, portanto todos preferimos os seyuus cosplayers tosquíssimos do TOUKEN DANSHI ao invés das outras bombas terríveis. E agora, o que nos reserva a 40° semana de 2017? A começar pela ORICON, com uma boyband qualquer da Johnny’s:

[ORICON – 16 DE OUTUBRO] SEXY ZONE – GYUTTO

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FEMM recria de corpo e alma o clássico Samishii Nettaigyo das Wink

Como todos vocês bem sabem, FEMM está vindo pra arrancar a peruca de BED.IN com o mesmo conceito que as sexy idols no próximo dia 25: um revival dos anos 80 e 90, mais especificamente, o período decadente da bolha econômica nipônica que viu rainhas Wink chocando o passado, presente e futuro com alguns dos figurinos mais. horrorosos. da. história. E Wink de fato é uma referência perfeita para FEMM, visto que elas eram conhecidas por performances com caras de cu e desconforto inusitadas para a época. FEMM basicamente pega o delivery e faz o que elas fazem melhor: entregam um remake do clássico Samishii Nettaigyo sem expressão facial alguma:

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Yenny (e seu pseudônimo cagado) sucumbe ao mais do mesmo nas aguadas Read Me e I Wander. #rip

Yenny finalmente está de volta. Após não renovar com a JYP no começo do ano e assinar com a hipster Amoeba Culture, ela finalmente sai das sombras pro seu primeiro comeback oficial em um bom tempo. Yenny havia debutado em 2014 com a pseudo-electro-ballad-com-dubstep Ain’t Nobody, um número passional e que colocou a gata no meu radar. Ela não teve nenhum outro comeback “oficial” por assim dizer, mas Yenny vem consistentemente lançando música boa anualmente, sempre escrita por ela mesma sob a horrível alcunha HA:TFELT (sincero). Em 2015 foi a vez da baladinha bonitinha There Must Be, enquanto em 2016 ela ligou sua ICONA POP interior pra despretensiosa e espirituosa “Get It” com Younha e Cheetah. Mesmo após sair da JYP, Yenny ainda entregou música de qualidade, como por exemplo Thru The Sky pro reality hipster “CROSS COUNTRY”. Nesses quatro anos, eu gostei de absolutamente tudo o que ela lançou solo, então me dói dizer, mas sair da JYP não fez tão bem pra Yenny quanto pra Sunmi, porque essas faixas novas dela tão umas bombas que nem Heize ousaria lançar:

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