ALBUM REVIEW: Girl’s Day – Love

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Bem, eu iria fazer uma review de LOVE de qualquer maneira, mas agora ela se mostra uma obrigação, já que muito provavelmente Girl’s Day vai ter de sumir por um tempo. Afinal, elas se enfiaram num daqueles infames escândalos coreanos e vão ter de entrar num hiato básico até os internautas esquecerem do drama todo, isso se esquecerem. Porque se idols mulheres olham torto pra um gordinho e reclamam da guioza servida por ele, elas são crucificadas daqui pra sempre, já idol homem pode encher a namorada grávida de porrada que ele é perdoado e não pega nada. Só perguntar pra T-ARA.  

Quando eu vi que Girl’s Day lançaria seu segundo álbum de estúdio pra comemorar cinco anos de banda, eu imediatamente fiquei empolgado, já que elas são one of my faves. Mas aí saíram a tracklist e o nome genérico do álbum e deu pra ver que LOVE seria um release no automático e cheio de oportunidades perdidas feito o primeiro LP delas. Paciência. Vamos analisar então as bolas foras da Dream T a partir de agora com a análise faixa a faixa. Playlist taí embaixo.

https://soundcloud.com/thehikarusoficial/sets/girls-day-love-vol-2-album

 

Num crime inexplicável, esse álbum não apresenta uma introdução farofenta de 1m30s igual em Expectation e nos últimos EPs delas. Então nota 10,0 vocês já sabem que ele não vai ter. Ao invés disso, já abrimos direto com With Me, uma midtempo sensual que traz Girl’s Day sendo mais SISTAR que o próprio SISTAR. É sério. Do tango concept dos versos ao refrão que foi feito pro timbre de Hyorin, tudo lembra SISTAR-fora-do-verão-concept. With Me teria sido um single fortíssimo pra Girl’s Day caso lançada no inverno, então por que não guardaram a faixa pro repackage do álbum daqui dois meses, eu não sei bem dizer. O que eu sei é que With Me daria uma bela Something 2 pra elas e seria um lead single mais safe e vendável do que…

 

Ring My Bell. Essa música é uma bagunça completa, e sua escolha como single foi ousada no mínimo. A mescla de country com synthpop é bizonha, as mudanças constantes no tempo da música causam um efeito desorientador e o MV não ajuda em nada ao atirar para todos os lados (pra ler meu rant completo sobre Ring My Bell, só ir pro post sobre o single). Pelo menos a melodia foi bem escrita e consegue dar liga à música, porque sem isso Ring My Bell seria inaudível. Mas ainda assim, é preciso aplaudir o fato de Dublé Sidekick ao menos ter tentado fazer algo marcante e diferente pra elas. E num mar de faixas tão básicas gravadas pro apocalipse das girlbands, isso já foi o suficiente pra Girl’s Day se distanciar do resto da manada.

O álbum continua com Macaroon, que parece uma sobra do Modern Times da IU. É a mesma pegada retrô com influências de jazz e uso constante de saxofone. Não é nada muito inovador vindo de k-pop no geral, mas é definitivamente algo sem igual na discografia delas. Já não posso dizer o mesmo de Come Slowly, uma baladinha gostosa e anestésica e o tipo de coisa que Girl’s Day tem aos montes em seu catálogo. Não é ruim (pelo contrário), mas não vai mudar a vida de ninguém.

Fechando a leva de faixas inéditas (hahahaha) temos Top Girl. E se você achar que esse farofão EDM lembra o som de Girl’s Day pré-Something, é porque Top Girl foi produzida por Nam Ki Sang, o responsável por praticamente todo o catálogo pré-2014 delas (Female President, Expectation, Twinkle Twinkle, Don’t Forget Me, entre outras). Taí outra faixa feito With Me que seria um single mais safe e vendável pra elas, mas paciência. E é basicamente isso de conteúdo novo, galera. Porque daqui em diante temos Every Day III e Summer Party inteiros em LOVE (salvo as intros). Ainda bem que não perdi meu tempo fazendo review desses EPs antes, não é mesmo? 

 

Darling foi o single de verão delas ano passado, e enquanto a faixa funciona como k-pop genérico, ela não faz bom uso das qualidades de Girl’s Day como grupo (MinAh gritando, basicamente), sendo o tipo de coisa que qualquer grupo poderia ter lançado e a faixa não seria pior por isso. No máximo, o MV seria menos glorioso, já que Girl’s Day é o grupo mais bonito em atividade no momento (chorem, haters).

Whistle por sua vez tinha tudo pra ser o single de verão de 2014, caso Dublé Sidekick tivesse guardado a faixa pra usar em julho como a-side no lugar de Darling. Mas não. Foi só b-side de Something mesmo. Mas de todas as b-sides que pararam nesse álbum, Whistle era definitivamente a única que não poderia faltar. Não posso dizer o mesmo de Look At Me, que aparece pela terceira vez num release físico de Girl’s Day em menos de um ano. Pra uma baladinha gostosinha (mas esquecível) dessas, um release seria mais do que o suficiente.

 

Voltando aos singles, temos Something, fácil fácil a música assinatura de Girl’s Day hoje em dia (don’t nobody na Coreia lembra mais de Twinkle Twinkle). E não é pra menos, já que Something foi uma das músicas mais icônicas do ano passado e sua adição nesse LP era óbvia. Mas vou dizer que um a-side lançado quase dois anos atrás estar nesse release na versão original é algo um tanto ilógico, ainda mais que Something teve trocentos mil remixes diferentes no fim do ano passado nos music shows da vida. Uma dessas versões poderia muito bem ter sido lançada no LP, o que ainda aumentaria a quantidade de faixas “inéditas” em LOVE (tipo a versão rock ou essa aqui com MinAh de pé quebrado cantando num sofá. ❤ ).

 

Seguindo Something, temos outra b-side de Darling, Timing. E o responsável pela tracklist disso aqui é um otário por não ter pareado Timing com Whistle, já que as duas tem assobios similares e funcionariam muito bem uma atrás da outra. Agora, colocar duas baladinhas seguidas não tem problema, né? Por isso temos I Miss you e Show You back to back. Os climas são bem distintos pelo menos, com I Miss You sendo uma faixa mela cueca de dor de corno e Show You sendo música de preliminares. Nenhuma das duas é ruim, mas também estão longe de serem destaques do álbum.

 

Pra fechar LOVE, rola Hello Bubble, o CF delas pra Wellaton de uns meses atrás (levanta a mão quem nem lembrava que essa música existia), e Ring My Bell (Inst.), que está aí pra tentar ajudar você a entender que porra está acontecendo na backtrack do lead single. E basicamente é isso. É meio frustrante ver o descaso da Dream T em lançar a porra de um álbum de estúdio com cinco faixas novas contra OITO requentadas. Sem contar que nem se deram ao trabalho de espaçar as faixas novas e as antigas, colocando todas as cinco inéditas uma atrás da outra no começo do álbum e deixando ainda mais óbvio que isso é um EP fantasiado de LP.

Assim como com Expectation, uma mexida aqui e ali seria o suficiente pra deixar o álbum mais forte e enxuto, mas taí algo que os produtores não estavam dispostos a fazer. Cortar as b-sides que estão batendo ponto pela TERCEIRA VEZ num release delas e substituí-las por Please Tell Me (a nova Nothing Lasts Forever, ao ser o único single de sua era a não estar no álbum) e por mais um synthpop do Nam Ki Sang deixaria LOVE muito melhor.

Falando em synthpop e Nam Ki Sang, as diferenças de sonoridade entre Expectation e LOVE são muito marcantes. O som delas era totalmente eletrônico sob o comando de Nam, mas nessa nova era pós-Something, isso meio que foi pro espaço e Girl’s Day como grupo se tornou mais genérico no processo (Top Girl no meio das outras faixas só deixa isso mais óbvio). Não que as faixas de Dublé Sidekick pra Girl’s Day sejam ruins (não o são, ou Something nem estaria no meu top5 de 2014), mas que essas faixas poderiam ser de qualquer outro grupo sem grandes perdas, com certeza poderiam ser. Tudo isso dito, LOVE é uma ouvida agradável e indolor, mas uma que poderia ter sido muito melhor caso alguém na Dream T se importasse.

DESTAQUES: With Me, Top Girl, Whistle, Something e Ring My Bell (isso é uma hot mess fodida, e exatamente por isso é um destaque. Você achando Ring My Bell ruim ou boa, ela vale a ouvida)

MEIA BOCA: todas as b-sides do último ano estarem nessa delícia.

MAIS GIRL’S DAY: EXPECTATION.

PS.: assim como eu fiz com Expectation, também mudei a ordem do álbum pra que a ouvida fluísse melhor. Playlist tá no soundcloud.

64 comentários em “ALBUM REVIEW: Girl’s Day – Love

  1. Fico impressionado pela eficácia do Bruno, afinal ele já tinha feito uns 70% desse review em posts anteriores. Isso sim é um homem de visão! *~*

  2. Tão triste ver minhas faves dando adeus ao sonho da Parede Inquebrável, principalmente após lançarem o HINO Ring My Bell. 😦

    Coreia só estava aguardando um motivo para acabar com a popularidade delas. Só espero que o gordinho-gate não as afete tanto quanto o escândalo de bullying afetou T-ARA. Mas se for o caso, sempre existe a China…

  3. Eu confesso que fico irado com esse tipo de tratamento diferente entre homens e mulheres, mas também achei paia o que elas fizeram com o gordinho. Mas bater em namorada é infinitamente pior, cadê crucificação do Manolo?

  4. Passando pra divulgar a melhor parceria entre adolescentes desde… lembrem de alguma aí!

    Bom saber que as duas estão vivas, por sinal.

      1. Aparentemente não. Mas ela tá fazendo tanta parceria esses dias que alguém deve estar bancando os releases dela.

  5. Oque esse cara fez ao espancar a mulher foi desumano,um monstro ele,e saiba que os netizens apredejaram muito ele,esse link que voce colocou foi da EMPRESA o defendendo,é claro que a empresa defende né,ele é o ganha pao dos caras,e alem do mais,a mulher voltou com ele depois disso tudo…

    MAS nada justifica a atitude do GIRL’S DAY,foram mal educadas sim,não tem como defender,e nao tem porque relacionar um crime horrivel com a atitude delas,suas opinioes ja foram melhores,aposto que se tivesse acontecido com outro girlgroup que voce nao da nem uma foda,tu não diria isso,é ceguira de biased com certeza.

    1. Quem tá julgando baseada numa opinião pré-concebida é você, queridinha. Como esse post do Asian Junkie explica e detalha muito bem, (se você se der ao trabalho de ler para então formar uma opinião, é claro) o programa é conhecido por ter um ambiente informal e os fãs do programa esperam isso: http://www.asianjunkie.com/2015/07/girls-day-caught-in-attitude-scandal-as-host-downplays-it-group-is-set-for-another-guesting/

      Sim, algumas atitudes delas foram estranhas, mas há um exagero do público sim. Isso não é Sketchbook ou Weekly Idol. O apresentador disse que essa era ideia, então se você escolhe não acreditar nisso, pois bem.

      O carinha que bateu na mulher grávida recebeu, mas ainda tem uma carreira, diferente das T-ARA.

      1. exatamente, o caso dele já está “resolvido” praticamente e daqui a pouco deixa de importar (vide MC Mong, G-Dragon, Seungri, etc), mas escândalos de idols mulheres deixam as envolvidas estigmatizadas pra sempre na mídia. @__@

    2. engraçado que eu nem comentei o escândalo ou dei minha opinião sobre ele aí, porque esse não era o propósito do post. Só realmente me dei ao trabalho de notar a existência da delícia na abertura da review pq vcs obviamente iriam reclamar de eu ainda não ter tratado do caso. E minha postura quanto a isso é tão debochada pra essa tosqueira quanto pro T-ARA gate ou pro Park Bom-gate ou pro Sulli-gate ou pro Presidiária-do-GLAMM gate (de que isso é uma caça às bruxas toscovilhosa), e todos esses são atos que eu curto tanto quanto GsD, eu só resolvi fazer um argumento mais “””sério””” ali porque o tom das reviews nunca é de deboche. Falar do drama exagerado tosquíssimo não era o propósito do post, então pode tirar o cavalinho da chuva sobre eu ser biased.

      Obrigado pela visita, continuarei a trabalhar resilientemente para trazer um asianmixtape cada vez melhor, aguarde afetuosamente conteúdos futuros, kamsahamnida.

    3. O que mais me espanta nesse caso do espancamento foi as fãs de terem apoiado, culpando a namorada (?), chamando de vadia e que merecia isso que ele fez. Só mostra o quanto a Coréia é aquela beleza né, mas o que esperar de uma galera que faz black ocean prum grupo feminino que “roubou” o brilho dos oppar não é mesmo rs

  6. Não ha comparação no caso de Girl’s Day com o cara que bateu na mulher! Ele cometeu um crime! Girl’s Day foram mal educadas,ele foi muito criticado sim,e eu duvido que ele vá ter uma carreira depois disso.

    1. Sério, eu me pergunto se as pessoas realmente acham que a Coreia é o lindo final do arco-íris da igualdade de gênero…
      Então não vamos comparar com o espancador de grávidas. O que dizer então do Jay Park? Ele era um ESTRANGEIRO que falou que odiava a Coreia (tá certo que ele não piorou as coisas se fazendo de sonso e dizendo que era porque “a taxa de obesidade da Coreia é preocupante”, mas ainda assim), foi chutado do grupo, foi chutado do país, e um ano depois já estava no topo dos charts e hoje é um dos maiores nomes do hip-hop coreano.

      Enquanto isso uma atriz some do mapa simplesmente por ter mentido sobre o pronome que usou para se referir a uma colega…
      Ah, ou então compara o G-Dragon-gate de anos atrás com o Bom-gate do ano passado.

      1. A coreia tá longe de ser esse arco íris que o pessoal pinta e acredita. É um país machista, e os cidadãos de lá parecem viver em função de esperar um idol pisar na bola. A atitude de Girls Day foi muito feia, uma tremenda falta de educação na minha opinião. Elas foram burras por terem se descuidado diante das câmeras, mas o fato é que se fossem idols homens a coisa seria diferente. Para mim não, mas para a sociedade coreana sim. É verdade que o talzinho que bateu na mulher recebeu hate e tals, mas duvido muito que ele não vá retomar a carreira depois de sair do exercito com aquelas desculpinhas furrecas que os coreanos dão e que por algum motivo que desconheço colam. ( não sei nem se já foi, enfim ) Porque se aqui no Brasil teve fã retardada defendendo ele, imagina lá. isso é desprezível para dizer o mínimo, mas é o que vai acontecer. A coreia é um país hipócrita e machista na maior parte dos casos. A mulher é condenada por qualquer coisa, e os homens não. Se dois idols são pegos juntos quem recebe o maior hate é a mulher, por exemplo. É ridículo sabe. É por isso que digo que se eu morasse num país daqueles eu pensaria muito bem nas minhas ações publicas. Por nada o povo cai de pau em cima dos outros lá. A atitude das garotas foi errada, mas também não é algo a se ficar batendo na tecla o resto da vida, mas infelizmente não vai impedir que aconteça.

  7. bruno, cê ja ouviu essa delícia aqui?

    como boa sone da epoca de ouro que sou, era algo tipo assim que eu queria ou pra qualquer grupo que lançou coisa meia boa nesse verão (ou seje: todos menos 9muses)
    to ouvindo isso no repeat eterno desde que saiu…

  8. Sairam os rankings de meio de ano do Gaon, e eu como bom consumidor de charts para saber se meus flops entram no Top 100, vi que:

    Mid Year de Downloads:
    Loser #2 / Call Me Baby #27

    Mid Year de Streamings:
    Loser #8 / Call Me Baby #16

    Mid Year do Agregado Digital (Download + Streaming + Outras coisinhas aí que LOSER também foi melhor que Call me Baby)
    Call Me Baby #2 / Loser #3

    1. Também acho que o que mais pegou foi o loirasemcalcinha concept. Foi feio demais… Acho que manchou muito a imagem delas. Seja lá quem for o responsável por essa lambança, acabou dando um tiro no pé delas.

    2. A reação ao short sem calcinha foi o usual. Até a semana passada elas estavam sendo chamadas de piranhas por vestirem estes maiôs:

      Sofrer slut-shaming é uma dia normal na vida de Girl’s Day, serem acusadas de maltratar um gordinho legal não.

  9. Pra mim o destaque desse álbum foi mesmo With me. Acho que se elas tivessem esperado para voltar no final do verão ou mesmo no inverno ( apesar do fato de que seria uma pausa meio longa )seria uma jogada muito melhor. Sobre o resto do álbum, nada de muito marcante para mim. Fora Top Girl e a própria Ring My Bell, porque ficam na sua cabeça não importa o que. Principalmente Ring My Bell. Não vou comentar sobre as baladas porque não tem nada mesmo a dizer sobre elas além do fato de serem boazinhas. Nada a dizer também sobre as faixas repetidas.
    Eu realmente espero que elas não tenham um hiatos grande demais ou que acabem por causa do que aconteceu, já que são um dos meus atos prediletos, mas né…

  10. Quem diria… Girl’s Day lançando sua própria “WHO’S BACK?”, e o pior é que nem tem como se retratar com novos releases porque em se tratando de Coreia a melhor ação nesse momento é desaparecer x_x

  11. Cara, isso era esperado delas, a fama de antipáticas segui as gatas e a Hyeri já deu outras brechas, como ser pega saindo com Oppas com idade pra ser o pai dela, ficou imitando o flopado do Beast (que por ventura é meu bias), entre outras perolas que ela já fez. Era questão de tempo a queda chegar pra elas.Não adianta fanboys ficar putissimo, pois elas provocaram isso, se fosse mais espertas ainda deveria saber que não são o grupo da nação pra cagarem assim e ter uma fanbase gigante pra contornar a merda toda.

    1. Esse episódio zoando o maknae com cara de estrangeiro, eu até mesmo perdoei u.u Engulo todas as aventuras da Hyeri, tanto que ignoro a existência dela até hoje :w
      Concordo contigo. Era apenas questão de tempo até elas soltarem uma manchete nova. Eu estava vendo os prints e a entrevista legendada. Elas foram o cúmulo da grosseria e eu me importo com o sofrimento delas? Não ❤ E espero que flopem gostoso nos Charts, o que provavelmente não rola :w tsc.
      Tentaram apontar outras gatas que dançam de roupa curta, mas ninguém engoliu já que rola pelo menos um mini-short ou segunda pele por baixo. Ninguém é tão selvagem como ela (não sei o nome das bixinhas, sorry).
      Vejamos como essa novela vai terminar. Queria tanto ver mais banho de sangue ❤ ❤

      1. Isso do mini-short/segunda pele eh bem verdade. Lembro quando Hyuna tava promovendo Red e criticaram pq o short dela era curto e dava pra ver a segunda pele que ela usava. haha 😄 E olha que o pessoal ja tah acostumado com o sexy concept da Hyuna.

  12. MEU DEUS EU AMEI ESSE TREEEEEEM. Estava sentindo falta de uma música dramática ❤ ❤
    M/V bem whatever ainda que bem produzido, mas a música continua flawless

    1. Eu concordo. O mais engraçado é que esse clipe dark and gritty do Infinite é dirigido pelo Digipedi e o colorido/esquisito do GOT7 não:

      Socorro, gostei dessa Just Right também. Achei o instrumental um “Play” da Jolin + “I Don’t Need a Man” de miss A.

      1. Postei junto sem querer, sempre olho antes :@
        Enfim, adorei Just Right também, é o equivalente masculino de verão concept. Tão de parabéns os dois grupos, estou emocionada

  13. AMEI ESSE TREEEEM (TAMBÉM). Sim, é o tipo de coisa que as boy bands colocam no mercado todo dia, ninguém reinventou a roda, porém: foda-se ❤

    1. Meu infinito e GOT7 sambando na cara dos Girlgroups! MARAVILHOSOS! ❤
      Ah como eu gostaria que eles rapassem tudo quanto fosse prêmio nos programas do Raul Gil. Isso tá bom demais!! Esse MV do GOT7 ❤

    2. Gente ❤ melhor single do GOT7 de longe e realmente lembra um pouco "PLAY" da Jolin. Muito fofo o clipe, valorizaram pra caramba os 3 rappers do grupo e eu to chocado com a voz do Bambam ficando mais grave parece que a puberdade chegou para alguém #risos

  14. puts! agora q eu percebi q esse kim hyunjoon é o carinha de Beauty Beauty. Decepção…
    Não vi vídeo nenhum delas sendo grossas pq to com preguiça, mas a loira sem calcinha, fiquei chocada =O

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