ALBUM REVIEW: Wonder Girls – Reboot

WG1

Uma das maiores lendas urbanas do kpop, o retorno das Wonder Girls finalmente ocorreu no começo do mês. Como vocês devem ter lido por aqui, o single ‘I Feel You’  já está na corrida das melhores do ano pra mim, e junto dele existem outras onze inéditas no terceiro álbum de estúdio delas, REBOOT. Elas também são incríveis ou REBOOT assim como tantos outros LPs coreanos morrem depois da quarta faixa? Descubram agora. @_@

Sendo o primeiro trabalho das Wonder Girls em quase três anos, o título REBOOT seria uma escolha óbvia e coerente (por que não #REVAMPED???) de qualquer maneira, mas felizmente o título não faz alusão apenas ao retorno delas com um novo line-up misto de integrantes originais e substitutas, ele também alude a um reboot no som delas, que após vários throwbacks aos anos 60 e 70 agora se voltará ao synthpop e ao new wave oitentista em busca de inspiração.

E felizmente pra elas (e pra mim, que curto esse estilo), o som oitentista não está presente somente no lead single: LPs e EPs coreanos costumam apostar num conceito pro lead single, mas abandonam essa ideia pra todas outras faixas, com o resto do álbum sendo composto das costumeiras midtempos bonitinhas e OSTs de dorama pra encher linguiça. REBOOT entretanto tem uma vibe oitentista do começo ao fim, uma que soa autêntica e não como uma paródia dos anos 80 (o que quase sempre acontece quando tratam da década). Manos verdadeiramente se sentirão em Miami Vice com um terno rosa bebê e camisa social verde água, enquanto minas se sentirão a própria Radical Chic ouvindo essa delícia. Review faixa a faixa começa abaixo.

O álbum abre muito bem com Baby Don’t Play, um synth-rock nostálgico que abre com Yenny gritando acústica, só pro solo dela dar lugar a uma chuva de sintetizadores de arcade incrível e que logo de cara já te diz o que esperar da faixa. Esse sentimento de familiaridade instantânea está presente em basicamente todo o álbum, que bate no liquidificador várias referências óbvias para criar algo novo. E nem vou falar do refrão, com os “baby don’t play eh eh eh eh” de gancho. O poder de grude desse aí é forte. Claro que a faixa foi e escrita e composta por Yenny rainha, o que fica óbvio pelo clima lembrar muito os trabalhos do EP solo dela.

Seguindo esse começo fortíssimo temos Candle, provavelmente a melhor faixa do álbum, que mantém a estrutura 80’s e evidencia a estratégia do álbum de pegar todos os templates disponíveis do que é esse som oitentista pra criar algo novo em cima deles (tipo adicionar o break de rap, por exemplo). E de lambuja com o synthpop, mais um refrão épico, com os “Li-light my candle, Li-li-light my candle” sendo tão grudentos quanto os “baby don’t play” da faixa anterior. Talvez seja um refrão até melhor, por tê-las sendo mulheres independentes e poderosas querendo que o tal PALOALTO do feat acenda a vela delas (entendam a metáfora como quiserem).

 

A seguir, temos I Feel You, o ponto de origem de todo o álbum e sua peça central. JYP escreveu a delícia e a partir de sua sonoridade as integrantes e os colaboradores foram criando outras faixas no mesmo estilo. É até engraçado ver esse tipo de cuidado e detalhismo num álbum de kpop, pois esses raramente costumam ter algum direcionamento (comparem com LOVE das Girl’s Day sendo aegyo, sendo midtempo sensual, sendo jazz retrô, sendo farofão EDM…).

I Feel You soa tão 80s com os vocais suspirados e o instrumental hipnótico e repetitivo que eu até entendo por que algumas pessoas não gostaram. Enquanto outras músicas no álbum levemente modernizaram o som oitentista, JYP não se deu ao trabalho de fazer isso pro lead single, deixando-o totalmente deslocado no tempo e sem apelo algum pra quem não curtir especificamente esse tipo de música. Mesma coisa pro clipe irretocável e que entrega clipe velho da MTV realness.

O clipe só funciona de verdade caso a referência seja vívida pra você (como aconteceu com a Automatic do Red Velvet), sem isso, ele provavelmente parece fraco e repetitivo, mesmo apresentando mulheres lindas de maiô tocando instrumentos e dançando de salto alto, tudo ao mesmo tempo. Talvez até por isso eu ache que Candle e Baby Don’t Play resultassem em singles mais bem sucedidos pras Wonder Girls, mas como alguém que curte essa era musical, o combo do single+MV é incrível.

Rewind desacelera as coisas, sendo uma midtempo sensual cintilante e R&B, em que elas refletem sobre como querem voltar no tempo para uma época em que seus relacionamentos não eram uma merda. Sério, parece uma faixa da Paula Abdul, tirando pelo rap raivoso de Yubin, que ainda assim casa bem com o clima da coisa toda. Mas se você não curte uma midtempo sensual, a próxima faixa remedia isso.

Loved acelera o tempo, apresentando uma intro épica que parece saída da trilha sonora de Um Tira da Pesada. Os “you loved”, “I loved” e “we loved” ecoados ao fundo dos versos são TÃO anos 80 que nem tem graça. E aí pra arrematar rola uma bridge sensacional que Nakata ficou com inveja lá do Japão só de ouvir, maravilhosaaaaa. Provavelmente a melhor do álbum até aqui atrás de Candle, sendo que TODAS as faixas foram ótimas. Álbum de kpop do ano.

 John Doe é uma das faixas mais uptempo do álbum inteiro, narrando como elas viram um mano atraente na rua e agora querem dar pra ele mesmo sem saberem seu nome (daí o “Fulano” do título). É mais 70s do que 80s, e sendo honesto é um tanto genérica e estaria em casa no álbum de qualquer outra girlband coreana por aí. Não é ruim (longe disso, é bastante divertida), mas foge um pouco da premissa do álbum.

O som 80s volta com força em One Black Night, numa vertente mais sombria e séria do que a usada até aqui. Essa é outra das faixas escritas e compostas por Yenny, algo que fica evidente pela coisa toda parecer saída direto do EP solo dela, já que Yenny canta quase todo o vocal e a faixa é estranha o suficiente pra ser HA:TFELT, com até uns cantos líricos aparecendo no final da delícia. Outro grande destaque, mais da metade do álbum já passou e ele ainda tá excelente. When will your faves?

 Back é um hip hop daqueles toscovilhosos do fim dos anos 80 e começo dos anos 90 tipo Beastie Boys e Sir Mix A Lot (só ouvir o efeito de disco riscado por toda a faixa). Uma mudança de ritmo boa pra manter as coisas frescas entrando na reta final do álbum. A faixa seguinte, OPPA, também não se leva a sério de maneira alguma, parecendo uma faixa do Exposé por conta de versos que pra hoje soam inocentes e ridículos, mas que no passado seriam insolentes e rebeldes tipo os “I wanna go out, I wanna have fun, I wanna dance all night party all night, so leave me alone”. Sem contar que sempre é bom ver uma música sobre o oppa em que o oppa está tomando um esporro ao invés de ser idolatrado pra variar.

A três faixas do final, REBOOT começa a entregar faixas de preliminares mais lentas e sensuais feito Faded Love e GONE. A primeira é lounge music sobre o macho delas ser frio e a segunda é um sex jam sobre ser “a outra” num relacionamento, entregando a frustração e sofrimento envoltos nisso. GONE principalmente é muito boa, a melhor lenta do álbum fácil fácil. Infelizmente a música que fecha REBOOT, Remember, dá uma derrapada num álbum que estava irretocável.

Remember é uma baladinha furreca (pelo menos não é o último single do Apink). É o tipo de coisa que elas provavelmente cantarão em turnê pro povo balançar lightstick/celular e nada mais. EU ENTENDO SEU USO E EXISTÊNCIA, mas achei que a faixa quebrou o clima do álbum, que se tivesse terminado na faixa anterior já seria rainha do pop e merecedor de dez feito ME?. Eu sabia que uma balada estava vindo, claro, mas eu estava esperando um plágio épico e perfeito do Tears For Fears, não essa coisa batida. Cadê a Woman In Chains do álbum? Ou a Head Over Heels??? Vergonha pra Yenny, vergonha pro JYP.

Mesmo com a ausência de uma boa balada e com um final pouco estelar, “REBOOT” é um álbum digno da espera de quase três anos. Alguns momentos se desviam da temática 80s, mas no geral o álbum é coeso, redondo e uma ouvida agradável do começo ao fim, cheio de refrões grudentos e memoráveis, e instrumentais e melodias que recriam o espírito da década muito bem, fazendo de REBOOT um álbum retrô e nostálgico, mas não datado.

Uma crítica possível ao álbum é que por englobar o synthpop/new wave/synthrock dos anos 80 tão bem, ele acaba por não apresentar grande variedade sonora. Por conta disso, REBOOT funciona muito bem como álbum, mas algumas das faixas individualmente perdem sua força (principalmente as mais lentas). É aquela armadilha do álbum extremamente temático e fechadinho, mas que por isso acaba sem destaques VS álbum cheio de variedade sonora, mas que por conta disso parece mais uma coletânea sem identidade do que um álbum (basicamente, o LP ótimo de pop rock da Koda Kumi do começo do ano VS o _genic da Namie).

Mas isso honestamente é procurar pelo em ovo. O que importa é que REBOOT é um álbum acima da média para um gênero que carece disso por se focar tanto em EPs. Acho que dificilmente outro álbum coreano vai chegar perto de REBOOT esse ano (talvez o de f(x) no fim do ano, veremos), então só resta torcer pra elas não sumirem por mais três anos e voltarem epicamente com outro álbum ano que vem, assim como com mais solos da Yenny e da SunMi. ❤

DESTAQUES: Baby Don’t Play, Candle, I Feel You, Loved e One Black Night.

MEIA BOCA: Remember.

MAIS WONDER GIRLS: ME? (HA:TFELT/YENNY)

62 comentários em “ALBUM REVIEW: Wonder Girls – Reboot

  1. Reboot tá ótimo e não me canso de ouvir! Concordo com os destaques e com a última música meia boca (até exclui, tadinha). Mas ta tudo perfeito ❤

  2. Falou de Wonder Girls, me invocou, é assim que funciona.
    Primeiro de tudo, acho que não gosto tanto de uma review sua desde ME? e sim, eu sou muito biased.
    Eu tinha dito no meu comentário anterior, para mim de Baby Don’t Play a Gone é tudo muito bom, eu realmente esqueço que Remember existe, o que é um pouco irônico né. Na minha opinão pessoal WG sempre entregou álbuns muito bons, mas nenhum se aproxima disso, enquanto o The Wonder Years tem uma faixa perdida aqui ou ali, o Wonder World não soa tão “coeso”.
    O que me deixa mais feliz em relação a tudo nesse álbum é sentir elas nas faixas, é saber que elas produziram o álbum e fizeram muito bem. Eu não critico quem compra ou não produz as próprias faixas, ninguém é obrigado, mas quando é o idol quem produz soa tão mais pessoal, ainda mais se você acompanha e consegue perceber que aquela faixa realmente tem a cara daquela pessoa, que a letra é realmente algo que ela faria, como fã é muito gratificante. Nem há muito o que falar porque você disse praticamente tudo, fico feliz que tenha feito a review e que tenha gostado tanto do álbum, WG merece muito amor, até porque são lindas, maravilhosas, ousadas e quem poderia passar por tantas mudanças de line-up e sobreviver lindas assim (na Coreia no caso)?
    Agora é só esperar que a JYPE vai cumprir as promessas (eu nem acredito mais, anos sendo feito de trouxa por essa empresa) e elas continuem em atividade, lançando os solos e a suporta sub-unit Yubin e Lim.

  3. Olha, Bruno, um dos melhores album reviews que já vi nesse blog! Eu adoro as Wonder Girls e esse foi o comeback que tanto mereciam, certamente é a minha era favorita delas. O álbum é tão bom que não consigo escolher uma faixa como a melhor, só sei que single só podia ser I Feel You.

    Muito bem, agora é esperar pela album review de Married to the Music!

      1. As reviews que você se refere são das title tracks, né? Porque a gente já sabe que SM nunca dá uma foda pra b-side de SNSD, o que torna um album review delas algo desnecessário. Mr Mr tudo bem porque era EP, mas ter de fazer isso com um full album… VOCÊ NÃO PRECISA PASSAR POR ISSO! Escolhe uma coletânea japonesa delas e faz um post dela para aquietar os SONEs. Eu voto “sim”.

  4. Como já dito anteriormente, o review está maravilhoso! O que mais posso dizer? Eu tô apaixonada por esse álbum. ❤ A qualidade e o cuidado foram tão grandes que é mesmo surpreendente. Não consigo nem escolher uma faixa favorita! Ficou muito bom, e eu fiquei bem satisfeita por ele ter cumprido com o que prometeu. Que elas continuem assim, e que voltem ainda melhores no ano que vem! Difícil imaginar agora, mas acredito que elas vão se superar. ❤

  5. Você podia um review do álbum do Apink. Sei que você não curte muito elas, mas esse álbum teve muita coisa boa, ao meu ver, como por exemplo “Perfume” que deveria ter sido usada como single ao invés de “Remember”.

  6. Esse álbum realmente dispensa comentários. Eu ainda to em processo de conhecer umas musiquinhas, mas Faded Love, Baby Don’t Play e John Doe estão entre minhas favoritas (não preciso falar de I Feel You). Acho oppa tão chatinha por causa da letra @_@, to vendo se eu acostumo com isso pra poder apreciar a música.

  7. Esse album é maravilhoso! One Black Night, Back, Candle e Gone são minhas favoritas (I Feel You nem preciso comentar) e sou suspeita pra falar de baladas introspectivas mas realmente gostei de Remember. É inegável que dá uma caída em comparação as outras do album, mas não achei meia boca não, agora só falta esperar JYP cumprir suas promessas, quero comeback da Yenny pra ontem ❤

  8. Interessante como o titulo ‘remember’ em musicas de kpop fica uma merda ou meia boca em todos os casos, exemple : Apink e Wonder Girls.

    ps: boatos que a Sunny saiu e a ChoA entrou no lugar.

    1. Mds @.@ que morte horrível. E não sei se sou biased demais de wonder girls, mas essa música PARECE querer usar a mesma pegada de Nobody (sendo completamente fail). E esses vestidinhos brancos I-DEN-TI-COS aos de wonder girls na era nobody? Vamos se inspirar, mas nem tanto né SM. (e esse figurino de décadas tão diferentes? @.@)

      1. Minha fia, se for pra ser assim “SNSD imitou WG só por causa dos vestidinhos parecidos com nobody” então T-ara imitou o conceito marinheiro de Genie do SNSD e AOA com Heart Attack copiou o lider de torcida concept de Oh…muitos grupos ja fizeram (ou tentaram) ser vintage,normal.

      2. Olha, não é por nada não, mas é você que tá biased demais mesmo. Tanto WG quanto SNSD se inspiraram no visual das melindrosas para os vestidos. E os figurinos de Lion Heart estão se mantendo bem 50s mesmo, só um take que parece meio na inspiração, mas enfim…

      3. Mds, calma povo. O visual inspirado nas melindrosas é muito igual ao de wonder girls, e para quem sabe pelo menos um mínimo de moda, sabe que os vestidos tinha diferenças gritantes, mas a SM colocou idêntico. O conceito vintage não é propriedade de wonder girls, e inspirações são legais, mas o instrumental está quase idêntico ao de nobody. Confesso que se fosse uma nobody 2.0 eu estaria bem mais satisfeita, pois estaria um vintage bem feito, não essa porcaria que elas fizeram. Lion heart era a que mais me chamava atenção, por conta do visual vintage, mas me decepcionou loucamente 😦 Voltemos para a era genie, hoot, oh! e outros singles maravilhosos que elas já nos entregaram.

        1. E aqui temos um caso clássico da Síndrome do Todos Copiam O Meu Grupo Favorito, distúrbio contagioso que se originou dos PretoJacks, mas que atualmente já se alastra pela comunidade capopeira. :v

  9. Esperei dia e noite por essa review gostosa desse álbum delicioso. Pegaram uma ótima referência, trabalharam bem no conceito e mandaram ver. Uma qualidade que (quase) nunca se vê no kpop. Gostei até da última faixa, não cabe no álbum, mas não é ruim como o que a gente vê por aí. Serve só pra ser aquela esquecedinha que é vendida pra ser backsound de casalzinho melado de dorama, maaaaash ainda é regular~

      1. Concordo. Mas lembremos que Mr. Mr. teve um dos melhores teasers do ano passado, e então veio aquela música… Se bem que eu acho difícil a SM ferrar com “You Think”.

    1. É parece que vamos ter mais um mv 101 da SM tipo Intro tosca + Caixa + Coreografia. Vamos ver se a música salva né.

      ps: mais alguém percebeu que em Mr. Mr. a Tae está segurando uma maçã (??ou fruta) na mão :v

    2. Só estou tentando entender o cenário ostentação com o lado dark e evil da coisa. Enfim, eu espero que volte aquele SNSD que entrega música excelentes.

  10. VOU RIR FOREVER AND EVER DISSO HAHAHHAHA os comentários ❤ obrigado a todos que dedicam um tempo pra comentar em uma tiração de sarro dessa.

  11. Melhor álbum de Kpop do ano e concordo plenamente que este é um gênero que acaba se perdendo na proposta dos álbuns ou enchendo de filler.

    Na verdade, é segunda review que leio do asianmixtape e já me identifico completamente pela segunda vez (a primeira foi lendo _genic).

  12. Nakata está des-ma-ia-da e colocaram um pombo pra fazer as músicas no lugar dele. Tá tudo muito genérico. Kyary agora é oficialmente cantora de ending de anime baseada em visual novel. Vamos rezar para o MV nos salvar dessa tristeza: https://youtu.be/CVQ_i0E0Py8 .

    Enquanto isso, fiquem com a tosca da franja ensinando como arear as panelas: http://38.media.tumblr.com/954f771ac5cb3673cee543786b5473b9/tumblr_nst5mhkAzK1s3n6uoo3_250.gif . Melhor pessoa.

    1. Já confirmaram a line-up: Yubin, Hyolyn (o quê tu tá fazendo aqui!?), Yezi do Fiestar (isso mesmo, fia, desflopa!), Gilme, Kasper e Ahn Sumin.

      1. Tenha paciência. KittyB acabou de ser confirmada também, e se a trainee da YGE e a Kemy do A.Kor realmente forem participantes, eu duvido que MNet vai perder a oportunidade de criar uma rivalidade entre as duas e ganharmos novos versos sobre Bom traficante.

        1. Eu vou assistir de qualquer jeito, adoro ver a Mnet forçando barra pra tudo que é lado.
          Só fico na torcida pra ter alguém tão tosca quanto a ❤ J to the Ace ❤ ou a Lil Cham ❤

  13. No replay sem parar (junto com ep “live” do SILVA)
    Estou realmente surpreso pela qualidade e som relativamente pouco comercial (cadê EDM pra cota da rádio?).
    Com ctz um dos melhores disco de k-pop, do ano e do pop no geral.
    Obrigado por resenhar esta delicia :3
    PS: o restante da discografia ta no mesmo nivel?

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