ALBUM REVIEW: BED.IN – RICH

Muitos álbuns grandes (e até mesmo mitológicos no caso de certos atos) haviam sido prometidos pra 2016 – álbum de debut do BLACKPINK, o lado velvet, álbum chinês de T-ARA (hahaha) – e enquanto o retorno de Utada continua sendo um assunto imbatível, havia um outro álbum que eu estava esperando quase tanto: o álbum de debut das rainhas trash do BED.IN. Se você não acompanha o ASIANMIXTAPE tem muito tempo, talvez não saiba quem elas são, mas saiba isso: VOCÊ ESTÁ VIVENDO SUA VIDA ERRADO SE NUNCA VIU UM CLIPE DESSAS DUAS, E AGORA QUE ELAS LANÇARAM UM FULL ALBUM, ACABOU PRAS OUTRAS!!

Enquanto muitos atos hoje em dia recriam os anos 90 (é parte da coisa cool a se fazer), em grande parte dos casos isso se resume a fazer um deep house ou old school hip hop, e CABÔ. E daí chega no clipe e tá todo mundo usando Moschino e American Apparel com look drogado chic rodopiando no deserto de Nevada. São poucos os que se aventuram a expandir a paleta sonora noventista e trabalhar com outra coisa que não house, e vestir-se como nos anos 90 pra um conceito então, ninguém é louco, é algo impensável. E é aí que está o grande diferencial de BED.IN.

KAORI

Nenhum outro ato se aventurando em reproduzir os anos 90 hoje em dia tem uma proposta tão clara e consistente quanto o duo Mai Chusunji (a de cabelo “Quem Vai Ficar com Mary?”) e Kaori Masukodera (a de cabelo “Regina Casé 90s”): trazer de volta não apenas o som noventista, mas também o espírito decadente de colapso econômico e explosão da bolha imobiliária japonesa do fim dos anos 80 e começo dos anos 90, com TODOS os elementos característicos do período, como erotismo e violência descontrolados, vestidos bodycon coladíssimos, cores neon questionáveis, leques, ombreiras gigantes e músicas pancadão pra fritar no karaokê com tempos altíssimos, solos de guitarra absurdos e dancinhas contagiantes e fáceis de reproduzir.

MAI

BED.IN se diferencia por não tentar reinventar os anos noventa com uma roupagem que o torne cool visualmente para 2016, elas estão tão interessadas na estética da década quanto no som produzido nela. Mai e Kaori incorporam os anos 90 por completo, sendo cool ou não, deixando um desavisado até mesmo em dúvida se algo como C CHOU VENUS de fato não foi produzido em 1992 e só uploadeado no youtube agora. É esse o nível de fidelidade delas, e isso faz delas FODONAS PRA CARALHO E CONSEQUENTEMENTE MAIS COOL DO QUE OS OUTROS!!

Por conta disso tudo, eu tinha altas expectativas pro álbum de debut delas. Eu imaginava que BED.IN iria entregar um álbum tributo coeso e que trabalhasse várias vertentes dos sons definidores dos anos 90, igual as Wonder Girls fizeram com os anos 80 para o REBOOT e IU fez com as décadas de 30 e 40 no Modern Times. E eu não saí decepcionado. Tudo em RICH soa como Japão 90s. O uso proeminente de guitarras, os gemidos desnecessários, o delivery vocal loucaço, a escolha de sintetizadores… tudo soa como o período em questão, evocando fitas cassete, disquetes, computadores 386, fitas VHS e animes/tokusatsus podrões. A fidelidade é incrível. E isso talvez seja um problema pro appeal do álbum pras massas. RICH não é um álbum pra todo mundo. Ele requer os anos 90 de repertório do ouvinte, sem isso não há conexão e o efeito nostálgico que o faz funcionar tão bem acaba se perdendo.

O material por sinal é basicamente dividido em duas vertentes: shoujo e shonen. Até aqui só havíamos tido contato com o lado pancadão shonen das duas, mas em faixas feito V.H.S (8) e Mayonaka no Distance (11) elas ligam seu lado doce e dá até pra imaginá-las usando vestidos bufantes pastéis terríveis cantando música tema de algum anime sobre uma mocinha de olhos horrorosos e gigantescos sofrendo apaixonada pelo irmão ou outra bizarrice japonesa dessas da época. Mas se você está aqui pelo lado shonen, o álbum também tem coisas como Gold no Kaikan (1), SEXY HERO (9) e C CHOU VENUS (10), que parecem saídas de trilha sonora de OVAs podrões que eram exibidos como infantis pela BAND/Manchete e que hoje teriam censura 18 anos, por ter mulher de roupa rasgada com peito de fora cena sim cena não e heróis brucutus seminus com rostos impossivelmente quadrados e músculos desproporcionais medindo masculinidade com inimigos andrógenos e piadistas.

Os dois lados são muito bem trabalhados e se complementam bem (when will lado red e velvet?), e as ocasionais faixas fora da curva balanceiam o álbum e apresentam outros sons característicos do Japão 90s: Give Me Love (4) e Shirokuro Tsukanai (12) soam como idol pop noventista (ou como Hello!Project até tipo 2010, antes de Tsunku ficar louco-de-bala no EDM), ROSA (7) por sua vez soa como o eurodance que Tetsuya Komuro dava pra Namie e hitomi lançarem em 1995. Já Nariagari Victory (5) soa como R&B 90s com old school hip hop. Elas arriscam até mandar um rap nessa, consequentemente enterrando carreiras de rappers estabelecidas e cheias de credibilidade feito Iggy Azalea, CL, Hyorin do SISTAR e Yura do Girl’s Day.

A força das faixas vem em grande parte do já citado efeito nostálgico que RICH tem, que traz  uma familiaridade imediata ao material. Sem essa nostalgia acontecer, as faixas não funcionam tão bem e podem acabar soando como uma massa amorfa de vocais ruins, guitarras e pieguice.  Mas se esse não é o caso (ou se você estiver de coração aberto), taí uma meia hora muito bem gasta, que consegue te transportar pra outro período e lugar e te deixar com saudades (ou apenas querendo ter vivido naquele tempo se você é um geração Z).

E os louros disso tudo são definitivamente de Mai e Kaori, que produziram o material inteiro. As duas num primeiro momento podem ser lidas como piada, mas isso é limitado. Quando se percebe o carinho e cuidado delas com o material de origem e a dedicação em recriá-lo perfeitamente, RICH deixa de ser paródia e começa a soar como uma homenagem muito bem feita. Eu comecei rindo delas, mas agora estou rindo com elas. Quando você percebe que elas forçam o grave no limite do cômico e arrasam em guturais pra uma faixa que deve soar feito tema de Kamen Rider, mas forçam um vocal suspirado e agudo quando o material tem que soar feito Moonlight Densetsu, é impossível não admirar o esforço e quão calculadas são as decisões por trás do álbum.

Não só isso, mas com o tempo você começa a notar como TUDO sobre elas é calculadamente trash. Embaixo do verniz de porralouquice, é possível ver que a porralouquice presente é porralouquice 90s. As expressões faciais e a maneira como elas se movimentam tem aquele leve exagero e falta de naturalidade característica do bad acting que nada hoje em dia tem. Elas são tão boas que toda album track acaba perdendo por não ter clipe. A presença delas sendo tosconas faz falta, e isso é outra coisa que pode tirar o brilho do álbum pra quem não tem as referências delas de repertório. É impossível ouvir RICH desavisado e gostar dele completamente. Mas pensando bem, essa é praticamente a descrição de j-pop no geral, né? É tudo nicho demais, e se você não partilhar dos gostos delas e não conhecer o material sendo referenciado, talvez RICH não conecte com você de maneira alguma. E não há nada de errado com isso. Afinal, tem gente que só ouve sertanejo e tem gente que só ouve Lady Gaga e ainda assim é feliz, né? Mas eu pessoalmente adorei isso aqui e é meu álbum favorito de 2016 até aqui. Veremos se o reinado será curto ou não daqui duas semanas quando Utada voltar dos mortos.

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73 comentários em “ALBUM REVIEW: BED.IN – RICH

  1. ISSOOOOOOOOOO ….. AGORA POSSO MORRER EM PAZ!! Já quero comeback, e uma turnê mundial, além de uma grif baseada nesse estilo divônico POR FAVOR! É pedir demais “Brasel”??? Quero também as versões karaokê para incomodar a vizinhança do condomínio .
    É hoje que eu bebo ouvindo Bed.IN (obrigada final de semana por chegar tão rápido)

  2. Bem que elas poderiam ser FEMM e dar PVs de 5 reais pra cada uma das faixas, né?
    Vou baixar o álbum com certeza. E elas foram muito fodas por produzirem o álbum todo. Espero que virem tendência e o pessoal comece a cantar C Chou Venus nos animekês da vida no lugar dos temas de tokusatsus já manjados (ok que isso iria totalmente contra a proposta da atração, mas foda-se a lógica).
    Mas olha, elas terão uma concorrente de peso considerando que Fantôme tá ótimo só pelo que foi mostrado até aqui (2 horinhas de folga feat. Sheena Maçã tá divino)

  3. Adorei o álbum e adorei esse formato diferente de review. Não tinha reparado nisso de algumas faixas propositalmente soarem como OSTs de shoujos. Eu meio que tinha achado tudo uma grande piada quando você colocou C Chou Venus em 10º no top de 2015, mas agora já estou totalmente biased dessas duas. De fato, é o tipo de som que precisa de tempo para ser digerido – o asian pop em si é assim, nhé.

  4. O novo modelo de review ta ótimo (lendo ele é como se tivesse ouvindo um podcast). Sobre o álbum eu cheguei a baixar mas ainda não ouvi (ou n lembro de ter escutado). Btw, vai ser cômico se vc dar uma nota menor ao álbum da Utada (e provável, aliás), pq pelo que saiu até aqui n chega a 93 não

    1. Valeu por gostar do novo modelo de review (também serve pro Igor aí em cima), fazer review faixa a faixa dá muito trabalho e o texto fica menos interessante honestamente. Acho que desse jeito fica mais fácil analisar o trabalho como um todo, só pincelando as faixas específicas aqui e ali e dizendo o “feel” delas, se faz sentido… isso é muito mais rápido/fácil de escrever, outro bônus. :v

    2. Utada ganhar nota mais baixa que as novas RAINHAS DO NIHON, tudo bem; duro vai ser se o novo álbum dela tiver nota mais baixa que o álbum da Ayu…

  5. Acho que se fosse um álbum que eu já tivesse escutado, eu não teria gostado muito desse novo formato de review, já que ia ser bom saber tua opinião sobre cada faixa e tals, mas como eu nunca ouvi nada dessas duas (tirando uma assistida no clipe de C Chou Venus) o texto mais enxuto até que ajudou a aumentar o meu interesse e tals. @_@
    E eu tenho que admitir que o que foi dito no texto é bem verdade mesmo. Só recentemente eu fui aceitar I Feel You na minha vida, porque todo mundo tratava ela como a salvação absoluta da música e eu não sentia nada disso não. Vou dar uma chance pra esse álbum, por que eu to dando uma chance pro j-pop num geral (2016 feels…) mas eu não acho que vá gostar muito das músicas mais lentas não. @_@

  6. Meu Deus Eu aMEI Esse novO FormatO de ReviEw! Eu ainda não ouvi nada de BED.IN, e acho que nem irei ouvir hahaha :p Meu gênero se encontra pela década de 30 ou 40 por aí, como você disse, não é um álbum para todos. Mesmo assim, fiquei chocada com você citando a VERDADEIRA lenda do K-pop, que é o álbum chinês de T-ARA! Bom, acho que o álbum chinês de T-ARA foi viajar junto com o debut americano de T-ARA N4 HAHAHAHAHAHAHAHAHA. Ninguém.chega.a.esse.ponto, por isso eu amo T-ARA!

  7. Caramba, você conseguiu achar o álbum?? Que sorte! Pena que eu não escutei, mas sua resenha ficou tão detalhada que até consigo ouvir como as faixas seriam.

    E o comentário sobre as BED.IN serem trash de propósito é algo que eu já imaginava. Realmente, é rir com elas, e não delas (diferente da menina do Crossfox, que jurava que os clipes e músicas dela eram bons – em defesa dela, pelo menos ela cantava bem, ao contrário das BED.IN, mas Kaori e Mai humilham ela no conjunto da obra). Mesmo assim, é inegável que elas fazem rir – e MUITO.

    Por sinal, depois de achar que GOLD no Kaikan deixou a desejar, tenho que reconhecer que Nariagari VICTORY é uma ótima música e acaba com as carreiras das “rappers” já citadas (não que isso seja difícil, claro).

    É… agora ficou difícil pra Utada. Boa sorte pra ela.

  8. Primeiro: esse foi o melhor review do blog até agora.
    Esse novo formato é bem menos cansativo e faz com que o leitor sinta vontade de ouvir o álbum que está sendo analisado.

    Segundo: fui ouvindo/vendo os links que você deixou pelo post e, inicialmente achei que não iria conseguir ouvir 2s, mas elas são realmente boas. Eu com certeza vou baixar o álbum, tanto por você rasgar exacerbadamente uma seda pra elas, quanto porque realmente gostei da sonoridade delas.
    Nariagari VICTORY tem uma vibe funky hiphop que me conquistou logo de primeira.

    Terceiro: nunca pensei que iria gostar de um ato trash 90s’, mas elas realmente surpreenderam.

  9. Bed.In veio pra salvar meu 2016 depois do disband das minhas favoritas. Só de ver as expressões da Mai eu comecei até a sentir a euforia de quando eu ainda via meus tokusatsus (só espero que a exposição prolongada não me faça voltar a assistir aquilo, sem ofensas). Na primeira vez que eu ouvi C chou venus, eu literalmente senti arrepios. É quase como se minha infância constrangedora estivesse voltando para me perseguir (não que isso seja tão ruim assim, já que eu considero tudo pre-disband das µ’s como os dias mais felizes da minha vida), e eu acabei viciada nessa nostalgia.
    Aliás, de todos esses anos acompanhando o pop asiático,essa é a primeira vez que eu cheguei perto de ter uma bias suprema que não fosse minha waifu. Mai, essa diva que sempre está com as expressões no ponto certo. Não que eu também não goste da Kaori, mas ela arrasa demais pra pouco tempo em tela. Quando eu crescer (não que isso vá acontecer, já que meus genes não ajudam) eu quero ser igual a ela. Já até me imagino de vestido amarelo pisando na cara das coleguinhas (e talvez indo parar na cadeia por atentado ao pudor, mas isso é detalhe).

    1. Não se esqueça de também interromper o show enquanto você estiver de biquíni fio-dental pra se refrescar com um picolé nem um pouco suspeito…

  10. Cara, não é querendo dizer que só gostei das músicas por causa de sua opinião do álbum_porque se não gosto de um álbum ou música não gosto e pronto_ mas curti pra caramba o segundo é terceiro MV, e todo esse estilo delas, parece música que vc canta num karaokê sem medo de ser feliz
    “E daí chega no clipe e tá todo mundo usando Moschino e American Apparel com look drogado chic rodopiando no deserto de Nevada. ” assino em baixo, e ainda mais usando a coleção modinha e todos usando as mesmas roupas, é uma das coisas meio chatas que acho no kpop

  11. Ok, eu nem ouvi o tal álbum ainda, mas fui o único aqui que NÃO GOSTOU do novo modelo de review? Tá muito Pitchfork. Parece que a ordem da tracklist perde relevância na análise, e esse era um fator tão importante nas reviews do blog que foi o principal motivo do Bruno ter derrubado a nota dos dois álbuns do Girl’s Day… prefiro review track-by-track.

    1. mas a trackist NÃO É um problema em RICH, caso fosse, eu obviamente teria comentado e talvez até sugerido uma maneira que fizesse as faixas funcionarem melhor. O fato é que essa review especificamente não pedia por isso.

  12. RAAAAAAAAAAAAAAAAAAIIIIIIIIINNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNAAAAAAAAAAASSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!AMÉMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM!!!!!!!!!!!1

    Ai gente, é demais pro meu coração ❤

    Esse álbum tá maravilhoso demais

  13. “consequentemente enterrando carreiras de rappers estabelecidas e cheias de credibilidade feito Iggy Azalea, CL, Hyorin do SISTAR e Yura do Girl’s Day.” HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHA aff bruno ❤
    Achei o novo modelo de review bem bacana. Apesar de não dar comentários mais aprofundados de todas as faixas, ele parece falar melhor sobre o álbum como um todo do que o modelo antigo.
    Vou ali comprar esse álbum em algum daqueles sites da beiradinha do blog e dps volto. bj

  14. As gata são carismáticas e cool as fuck, então a tosqueira é válida e bem vindas.
    Pra que ser cool e style se vc pode ser trash.
    DEOSAS DO NIHON DEOSAS DO MEU KOKORO
    Não curti muito o esquema da Review, prefiro o antigo, mas se em tempos de adaptações qualquer post é bem vindo, imagina REVIEW.

  15. Bruno torça para que dia 30 a MBK lance alguma coisa do Absolute Second Album, esperança do comeback ser em outubro ou novembro. Agora o T-ARA está fazendo o concerto final em Shangai (como em todos os anos) e ganhando mais dinheiro do que nunca.

    Falando em comeback, já viram os teasers do Dal★Shabet

        1. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKj só agora entendi isso, só passei pra dizer que Vespaquita teve um sonho,sim isso mesmo um sonho com Deus shabet e nesse sonho elas tavam lançando uma musica estilo B.B.B maravilhosissima e dominarIam a poha da Coreia toda trazendo o Sexy Concept pra vida de todas as aegyos malignas<3melhor sonho<3
          espero q isso seja uma profecia,pra fazer de mim a Profeta dos Sexy e quenga concepts<3
          #VESPAQUITAPARAPROFETA
          #VOTE69
          #VAIDEUSHABET

      1. SEGURAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH
        PALAVRAS NÃO SÃO O SUFICIENTE PRA EXPRESSAR O QUANTO MINHAS EXPECTATIVAS ESTÃO ALTISSIMAS PRA ISSO,VEM DEUS SHABET MOSTRA CULTURA PRA ESSAS PIRANHAS AEGYOS.
        Eu queria someone like u 2.0,mas por essas fotos e por eu esta apostando tudo nisso eu tenho fé que teremos BBB 2.0 AMÉM IRMÃOS?
        pfv Deus shabet não nos decepcione, estou esperando b.b.b 2.0 há dois fucking anos
        e o que dizer sobre todas estarem gatissimas e gostosas,lembro de alguém falando que Deus shabet era o grupo mais feio do kpop(oi 2ne1),Subin pra mim sempre foi linda,
        Woohee tem nem palavras pra descrever a beleza dessa mulher,Serri dá pro gasto tbm, a outra q n sei o nome até q ta bonita agora
        Essas piranhas vão destruir suas favoritas
        #VAMOQVAMO
        #DÁSHEBECA<3
        #BBB2.0<3
        #ANULAESSASAEGYO

        1. Subin pra mim sempre foi a mais gata (eu amo o corpo e os olhos dela), mas eu sempre achei engraçado o fato dela ser a maknae e ajuda a compor e a escrever as músicas (ela parece ter essa imagem de líder). Antes de conhecer o grupo eu sempre achei que a mais nova fosse a Woohe, ela tende a ser a mais fofa do grupo.
          A música foi feita pelo Shinsadong Tiger, então se DEUS quiser, B.B.B 2.0 acontecerá.

          OBS: Subin bêbada é uma das melhores coisas.

  16. Bruno, viu que o SM Station inovou essa semana botando um MC qualquer aí para fazer feat. com o EXO, com a participação em fantoche do mascote da SM pirando pela cidade.

    1. “MC qualquer” que feio falar sem saber, porque se tem uma coisa que o Yu Jae-Suk não é, é ser um MC qualquer, ele é foda demais!!

  17. Eu sei que é meio aleatória essa pergunta. Mas será que alguém pode me dizer onde posso baixar Flower – Snow White? Eu já procurei em todo lugar e não achei 😦

  18. Eu baixei o album mas soh ouvi metade dele, soh nao sei o pq ‘-‘ Até onde eu ouvi o album eh otimo mesmo, mas oq nao desce ainda pra mim eh esse visual delas, nao consigo gostar :s acho q curtirei só as músicas mesmo

        1. “Acabar com aquela insónia” só faltou dizer que Toy é ballad ou algo do género, as pessoas aqui aumentam demais…

    1. Eu senti uma estética parecida com BTD (só faltou a dança do escorpião) + Back. Eu amo os instrumentais do INFINITE (esses violinos ❤ ). Só achei estranho a falta de rap do Dongwoo.

      INFINTE continua apresentar a 2° melhor discografia dos boygroups.

      Qual é a modinha? PBR&B?

    1. Utada calando a boca de TODOS que achavam que ela não iria divulgar o Fantôme, toda hora sai uma notinha do álbum. Tô começando a achar que ela vai acabar conseguindo algo entre 300k-500k de vendas se continuar desse jeito. VAI, UTADA!!!11

      1. Será?? Mesmo nos EUA é raríssimo alguém vender 500k em uma semana, e a Utada não tá exatamente no auge da fama.

        Mas que ela merece vender até mais que isso, merece!

        1. Eu não acho que ela consiga isso numa semana, mas sim como VENDAS TOTAIS mesmo. Não me parece tão fora da realidade considerando que Namie conseguiu 250k ano passado e Kana passou dos 300k no começo do ano…

  19. Só vim aqui pra dizer que não acredito que o 2ne1 morreu pra isso,eu ate gosto da vesga mais má,mas essas músicas q ela tem lançado esses MVS fajutos,assim não da pra te defender amiga.
    eu ainda acredito na teoria de conspiração que a notícia do caso de drogas da Bom,foi jogada da YG pra destruir a carreira do 2ne1 e focar no début americano da CL pra fazer dela uma versão feminina do PSY explodindo no mundo todo,o que não deu muito certo e provavelmente não dará se o real début ainda estiver por vir claro,pois já foram lançadas várias músicas uma pior q a outra e essa merda desse début não rola desde 2014
    Tnc YG,Tnc Cl
    eu só queda ouvir a voz do verdadeiro ícone do 2ne1(BOMZAO) pela ultima vez, é pedir demais Yg? pode ofuscar as outras só poem essa gata pra cantar antes do maldito disband,pq ta óbvio q 2ne1 já acabou faz tempo né,só falta anunciarem mesmo
    minhas esperanças pra um comeback delas são -100%
    uma pena que a carreira de Bomzao terminou assim,gosto muito dela,Plástic Bom é minha bias suprema de todo o kpop<3
    só resta chorar… e assistir a Cl pagando micão nos EUA D:

  20. Escutei o album de forma despretensiosa pelo Spotfy e achei uma das melhores coisas que escutei esse ano. Realmente eu via elas de forma cômica e só, mas depois de escutar o material todo eu ja estou totalmente apaixonado pela proposta 90′. Algumas faixas me fazem imaginar as entradas dos meus animes favs como por exemplo Neon Genesis Evangelion, principalmente a faixa Summer Dream, o teclado nela é maravilhoso e a entonação delas ❤

    Uma pena é abrir o perfil delas e ver menos de mil execuções por música.

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