ALBUM REVIEW: Utada Hikaru – Fantôme

Quando notícias de um possível retorno de Utada surgiram no fim de 2015, foram poucos os que as levaram a sério. Afinal, Utada estava em hiato havia tanto tempo que um possível retorno soava inalcançável. Ainda mais que ela havia acabado de se casar e se tornar mãe, havia acabado de lidar com o suicídio de sua própria mãe… a vida pessoal de Utada parecia atribulada demais para ela sequer se importar com sua carreira (todos sabemos que ela é bancada por royalties de EVA e Kingdom Hearts, e que dinheiro não é um problema). Mas todas essas mudanças em sua vida aparentemente resultaram num estopim criativo que Utada não havia tido até aqui, e as novas experiências e ideias resultaram numa vontade renovada de compor, que por sua vez resultou no álbum que agora temos entre nós, Fantôme.

Fantôme por sinal é um nome muito apropriado para o álbum. Nesses seis anos em que Utada esteve ausente, a cena japonesa passou por grandes mudanças. A “diva pop”, arquétipo que dominou o Japão nos anos 2000, deu lugar a um novo boom de idols em grupos gigantescos, que por sua vez já estão começando a dar sinais de cansaço, perdendo espaço para a renovada cena do j-rock, principalmente em meios digitais. Nesses seis anos, o j-pop ainda viu a invasão coreana ir e vir, o kawaii satânico de kyary pamyu pamyu ascender e cair, vocaloids tomarem espaço e métodos cada vez mais inventivos de se mascarar a queda geral das vendas serem criados. A cena mudou muito nesses seis anos, e o panorama japonês que Utada encontra agora simplesmente não é o mesmo que ela deixou em 2010. Ela é realmente um fantasma de outra era tentando estabelecer contato com o público de 2016.

Mas será que as sensibilidades do público que deu adeus pra Utada em 2010 são as mesmas em 2016? Não o são, e isso talvez deixe o retorno dela ainda mais especial. Existe o ocasional ponto fora da curva aqui e ali, mas toda a indústria mainstream do entretenimento hoje (não só da música) se resume a marretar o consumidor com os mesmos pontos de novo e de novo: 1) “VOCÊ É ESPECIAL!!! DIFERENTÃO!!! NINGUÉM MAIS É ASSIM!!!”; 2) fritar na balada e fantasiar com crush; 3) encontrar uma paixão implacável… e terminar o relacionamento seis meses depois quando o arrepio e excitação iniciais derem lugar à calma e cumplicidade, porque grande parte das pessoas hoje em dia confundem paixão e amor e não conseguem entender que o primeiro é passageiro e o segundo não, e assim que o furor inicial de trepar em todos os cômodos da casa cessa de existir, o relacionamento acaba por falta de “magia” ou o que quer que seja. As pessoas querem emoção a mil, picos altíssimos de adrenalina, paixão e felicidade intensas a todo momento, o tempo todo (não é a toa que tantas pessoas tão aí frustradas com a própria vida e se sentem tão abandonadas, né não?). Daí me vem Utada de boas cantar sobre como a vida é uma estrada solitária, mas que ela não está sozinha porque carrega a memória da mãe no coração? É algo realmente fora da curva pra um artista mainstream.

Utada fala de luto, perda, solidão, a insipidez da vida, suicídio, término de relacionamento, ter um caso, paixão platônica, primeiro encontro, mas tudo sem a intensidade avassaladora (e ao mesmo tempo insípida) da atualidade. Tudo é tratado de maneira tão casual, branda e descompromissada que acaba sendo muito mais marcante e com mais tato com a realidade do que se Utada estivesse atingindo notas altíssimas enquanto grita “MY ONLY LOOOOOOOOOOOOVE” ou algo do tipo. E quando Utada de fato se dá ao trabalho de cantar sobre fritar na balada e trepar com um estranho uma estranha, ela se usa de alegorias interessantes e que fazem o tema batido soar revigorado. No fim das contas, Utada é gente como a gente, e essa empatia que é facilmente sentida por ela e que sempre fez de seu trabalho interessante definitivamente está presente também no Fantôme.

Musicalmente, o álbum foge do óbvio e do que seria esperado de um trabalho pesadamente focado em luto, perda e solidão. Fantôme não consiste de onze baladas de sete minutos de duração seguidas, apesar de algumas delas de fato estarem presentes. Mas o fato delas serem apenas três (!!!) faz delas marcantes e pontos altos do álbum. Utada usa toda uma sorte de tempos e estilos pra tratar dos temas, praticamente nenhuma faixa soa igual. E por mais que baladas normalmente imprimam mais emoção do que faixas uptempo, a faixa mais marcante do álbum todo muito provavelmente é Michi (1/Estrada), em que o contraste entre a mensagem da letra (que conta a jornada de Utada durante o hiato, lidando com a perda da mãe por um suicídio) e o instrumental de tropical house com toques de piano te deixa sem saber o que sentir. Facilmente uma das melhores coisas lançadas esse ano, e uma que abre o álbum maravilhosamente bem.

Outras faixas que tratam de luto não são tão diretas quanto Michi, caso dos singles do começo do ano Hanataba Wo Kimi Ni (3/Um Buquê Pra Você) e Manatsu no Tooriame (7/Temporal de Verão). Ambas numa primeira ouvida parecem tratar de um simples término de relacionamento, mas Utada não é Adele, e numa segunda ouvida você percebe que a perda que ela ilustra se trata de morte mesmo. A primeira por trás da melodia doce e clima infantil trata de levar um buquê de cor de lágrimas no túmulo de alguém. A segunda trata do sentimento avassalador de acordar após sonhar com alguém que já se foi, percebendo que nunca mais poderá falar com tal pessoa. No caso, Utada compara o impacto do sentimento com a força de uma tempestade de verão, que chega ao final da faixa numa explosão inesperada. É lindo.

Ningyo (5/Sereia) soa praticamente como uma faixa de funeral com uma presença de harpa constante e hipnótica. O que faz sentido, considerando que esta foi a primeira faixa que Utada escreveu após descobrir que sua mãe havia se matado, num momento em que ela pensou que nunca mais comporia de novo. O clima de adeus se faz presente, e a letra lúdica sobre ter avistado uma sereia e ponderar se vale a pena tentar segui-la e se afogar fala de morte com um requinte que poucos conseguiriam. SLAY,DEUSTADA!!! Se Ningyo trata da morte e do fim com alegorias, Boukyaku (9/Esquecimento) é muito mais aberta ao tratar do tema. Utada e o rapper convidado (que por sinal abre a faixa, uma prova da ousadia de Deustada) falam sobre como o único sentido da vida é esperar a morte, que nascemos apenas para isso. Não adianta se segurar nas memórias das pessoas que se foram, porque inevitavelmente essas memórias irão embora, assim como você mesmo. Essa aqui é de longe a faixa mais arriscada do álbum, com estrutura estranha e uma sonoridade fantasmagórica e contida mais evocativa de atos americanos pedantes de downtempo do que se esperaria de Utada. E claro, ainda temos Sakura Nagashi (11/O flutuar dos botões de cerejeira), que todos vocês evangélicos já conhecem de velho e não perderei meu tempo comentando.

Vendo todas essas faixas aí em cima uma atrás da outra pode te deixar introspectivo e com pensamentos suicidas, mas Utada não quer que você fique deprê pra caralho lembrando de vários fantasmas do seu passado, ela também quer falar de amor. Ore no Kanojo (2/Minha Gata) traz Utada como um eu lírico homem, galanteador e de personalidade difícil que tenta encontrar o amor. O clima da faixa evoca filmes de gangsters hollywoodianos, e é uma pena não termos um clipe de Utada num beco mal iluminado cheio de névoa usando um sobretudo masculino e chapéu panamá tentando pegar umas vedetes, seria legal.  Já Nijikan Dake No Vacance (4/Uma pausa de apenas duas horas) trata do caso de Utada com Shiina Ringo e da ansiedade sentida antes de um encontro secreto que inevitavelmente será curto demais pro gosto das duas, mas que não pode ser mais longo porque ambas tem suas próprias famílias pra cuidar (!!!). A faixa começa singela, praticamente à capella, e quando você vê ela já está acompanhada praticamente por uma orquestra completa, uma estrutura bastante eficaz e que é extensamente usada no álbum.

Tomodachi (6/Miga) trata do amor platônico de Utada por uma amiga de longa data que sabe dos sentimentos de Utada e finge não vê-los por não poder retribuí-los. Essa aqui é quase um pagodão tocando ao vivo no Esquenta da Regina Casé, eu honestamente acho que Utada deveria demitir o japa atrás dela e chamar PÉRICLES pra ficar harmonizando no lugar, funcionaria muito melhor. Mas olha, que faixa gostosa. Kouya no Ookami (8/Lobo Selvagem) é outra a tratar de amor, mas desta vez Utada quer deixar convenções sociais de lado e se entregar a seu lado selvagem, ela sequer quer ter um nome. A faixa começa como um tema de James Bond e depois se entrega ao tom orquestral que domina todo o álbum (e pro povo que gosta de alcance vocal e mimimi, essa é a faixa em que Utada mais mostra seu alcance. Sejam felizes, babacas). Outra faixa feliz de amor é Jinsei Saikou no Hi (10/O Melhor Dia da Minha Vida), que soa mais como um single de Namie Amuro fingindo ter 15 anos tipo Birthday do que de Utada. É bonitinha, e fala da empolgação de um primeiro encontro. Algo me diz que é sobre o primeiro encontro dela com o filho, mas posso estar enganado.

Se vocês prestarem atenção, vão notar que eu não comentei o álbum seguindo a tracklist, mas sim separando os temas luto/amor em blocos. Entretanto, não é isso que o álbum faz. Ele intercala do começo ao fim uma música de perda (ímpar) e uma música de amor (par), entrelaçando os dois temas e equilibrando ambos do começo ao fim do álbum. E enquanto isso funciona tematicamente bem e no papel parece uma boa ideia, na realidade acabou por criar algumas transições bruscas demais e que acabam por fazer um grande desserviço pra algumas faixas. Jinsei Saikou no Hi simplesmente não funciona entre Sakura Nagashi e Boukyaku, e essas três faixas sendo as três últimas do álbum fazem com que o fim de Fantôme seja brusco e estranho. Essa faixa deveria ter sido colocada antes na tracklist, talvez entre Nijikan e Tomodachi, por exemplo. Tudo bem que a ideia dos temas intercalados iria pro buraco, mas o álbum fluiria melhor e receberia um utadocalíptico DEZ de nota. Mas como não é o caso e eu simplesmente não consigo superar o estranhamento desse final, vai ser um nove e meio mesmo. Mas ó, eu gostei de TODAS as faixas e achei TODAS únicas. Até mesmo os singles que soaram meio decepcionantes num primeiro momento soam incríveis quando se disseca a temática do álbum. Utada ❤

Fantôme é um álbum incrível (talvez tão bom quanto Deep River e Ultra Blue?) e um que é simplesmente NECESSÁRIO em 2016, um produto composto e arranjado por uma pessoa só, e que está sendo abraçado mundialmente de forma calorosa. Espero que Utada fique feliz com todo o carinho recebido e não me invente de sumir de novo, uns dois singles digitais por ano e um álbum a cada dois-três anos já me deixa feliz. E espero que o sucesso de Fantôme abra mais portas para outros atos feito Utada, porque pessoas com ideias e voz única assim precisam de mais exposição… e não apenas no j-pop, mas no mundo como um todo mesmo.

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87 comentários em “ALBUM REVIEW: Utada Hikaru – Fantôme

  1. quis dizer DEEP RIVER e HEART STATION né? Ultra Blue é perceptivelmente menos bom que estes 3.
    Tô feliz que Fantôme é fodão e tá entrando no top3 de todo nao por hype e sim por qualidade.
    Desde o começo, la em abril, eu amei toró de verão, que junto de michi, a faixa 2, a de shiina, tomodachi, e a 5 são minhas favoritas.

    Será que fecha a semana com 200K?
    Será que alcança 400K até o final do ano?

    Já um dos melhores disco do ano de qualquer lugar do planeta, empatando com outro de j-pop, a flopada da rie fu que tem 3mil view no youtube com o diviníssimo O lançado no começo do ano, e que ainda detém o titulo de melhor musica pra mim com Sacle, seguida por baby love da emmanuele araujo (que é br) e fechando o top 3, antes era flash de perfume, vem Michi, que é incrivel. Por curi: meu top 5 atual fecha com Mar Deserto da Juliana Perdigão.

    Enfim, que ano bom pra musica menos maistream. Se ano passado meu top tava tomado por k-pops que qualquer um pode cantar, este ano tá bem mais variado 🙂
    Gosto disso. Um ano maistream fodão e outro mais aberto a experimentações.

    2016 ta ótimo X3

  2. Eu fui direto pra nota do álbum, queria ver um 10 bem grande igual o FEMM-isation…mas o Bruno é do tempo da vitrola, onde não se pulavam músicas e vc era obrigado a ouvir o vinil todo dos dois lados na ordem kkkkkkkk.

    PS: Digitar em celular é uma tortura

  3. PS2: A ordem das musicas no álbum abrilhanta muito o resultado final, só estava brincando (como aqui o pessoal ta tretando por coisa menor…resolvi esclarecer logo)

  4. Estou um pouco confusa… Ainda não consegui ouvir o álbum mas a faixa 4 foi um feat. comigo, acho que deve ter havido algum engano…

    Não se esqueçam de comprar meu novi single digital e baixar o novo jogo de celular do pop onde eu estou como uma linda personagem, AyuKisses.

      1. Zoeiras à parte, eu me pergunto o quanto um dueto delas chamaria atenção hoje em dia. As duas foram frequentemente comparadas por vários anos, mas isso foi antes da Utada começar a gravar músicas sobre ursinhos de pelúcia e sumir, e antes da Ayu entrar em franca decadência.

        Tecnicamente, seria tipo um dueto Spears/Aguilera ou Sandy/Wanessa Camargo (até meados dos anos 2000, seria um fenômeno; hoje em dia, ninguém liga pra nenhuma delas) – mas como Utada tá mostrando que ainda tem o poder no Japão, de repente poderia sair algo bem legal daí…

  5. Eu concordo com você sobre isso de o Fantôme ser necessário em 2016, mas estendo isso também ao estilo de sonoridade dele. Não me entendam mal, galera dos comentários, eu adoro Dance, EDM e músicas Pop extremamente descompromissadas, pra bater cabelo enquanto faço aquela faxina em casa toda terça e sexta depois de esgotarem meus podcasts no celular, mas adoraria que a cena Pop asiática (principalmente a Coreana) fosse um pouco mais ~orgânica~ como é esse LP da Utada. Apenas para variar mesmo, ter mais opções em vez dos batidões habituais.

    Sobre o álbum, gostei demais dele, o feat. com a Sheena já é uma das minhas músicas favoritas desse ano e TODAS as outras canções também são muito memoráveis e me dão vontade de escutar várias e várias vezes. É aquilo de o pacote todo funcionar junto, exatamente o que espero de um CD, duh. Entretanto, ainda prefiro o Deep River, muito por ter sido um dos primeiros trabalhos completos que escutei vindo do Japão em meus áureos tempos otakus, assim que comecei a usar a internet.

    Aah, e adorei que tu manteve esse modo de escrita no review em vez do faixa a faixa. Particularmente, acho assim mais divertido de ler e soa mais “pessoal”.

    1. Acho que o k-pop nunca será orgânico feito umas coisas tipo utada/shiina, e eu nem espero/quero isso dele. Quando eu penso em k-pop, eu penso em pop ultra processado e cheio de conservantes e gordura trans. O que também é ótimo se você está no clima! Comparar a cena coreana com Utada é tipo comparar um big mac com hamburguer caseiro, ambos são A MELHOR COISA DA TERRA, mas pra climas diferentes. @_@

    2. acredito que a combinação “k-pop + orgânico” é algo que nunca vai acontecer.
      é um gênero musical completamente manufaturado desde o treinamento do idol até o processo de produção das músicas.
      até que aparece uma coisa aqui ou ali mais orgânico na coreia, porém na cena indie.

      “Quando eu penso em k-pop, eu penso em pop ultra processado e cheio de conservantes e gordura trans”: compartilho da mesma maneira de pensar e acho que uma gordura trans de vez em quando não faz mal a ninguém, não é mesmo? deixemos a introspecção para atos japoneses e ocidentais mesmo, vamo aproveitar as guloseimas pop sem teor nutricional em quanto ainda vive 😀

  6. Acredito que o final com essa mudança brusca faz o papel de “morte” e “amor” intercalado ter mais força, a mudança brusca representado a morte brusca que a mãe teve, já que ela Utada não esperava isso e como geralmente acontece na nossa vida (já que geralmente a morte é uma coisa brusca que não se encaixa com nada). E isso torna fantôme ainda mais genial ❤ Mais disso por favor ❤

    1. tá, isso é até uma maneira interessante de se ver o final do álbum, visto que a transição na vida dela de lidar com o luto da mãe ao mesmo tempo em que engravidava e se tornava mãe também era brusca. Pode até ser… @_@

  7. Melhor review de todos os tempos ❤ eh muito mais fluído ler nesse estilo .. e q albumzão hein gente, todas as músicas são otimas. Essa ideia de intercalar o amor e a morte foi mt bem feita. Por mais Utadas no mundo pfv, agradeço

  8. Eu ignorei Sakura Nagashi durante anos porque eu basicamente tenho raiva do Rebuild of Evangelion (só o primeiro presta, porque é uma refilmagem dos primeiros 6 episódios), porque o segundo filme é uma bosta e eu não quis assistir o terceiro nem nada que fosse relacionado a ele, mesmo sabendo que o meu loverboy favorito, o Kaworu, seja um personagem relevante. Arrependimento ensues.

    1. Outra pessoa fã do Kaworu aqui nos comments ❤ me abraça
      Nem me dignei a ver esses filmes ainda, com todo mundo falando mal, mas pretendo
      um dia
      quem sabe

      1. O Kaworu é tão de boas que ele destoa da série, mas ele é justamente o personagem que a série precisava para dar esperanças para os expectadores na parte final onde tava tudo indo de mal a pior, só pra depois matar as suas esperanças com requintes de crueldade ❤ adoro esse menino, e o romance entre ele e Shinji também é amorzinho, principalmente por ele ser o foil perfeito pra Asuka em termos de relacionamento amoroso com o Shinji.

        1. Assiste logo o 3.33 não custa nada kkk. Eu adoro o Rebuild, as adições e as mudanças que eles fizeram nos filmes são interessantes e não são bruscas a ponto de estragar as coisas (Shinji 100x mais corajoso é um milage e a Mari é pro fanservice que me diverte).

          O Kaworu é um dos personagens fundamentais do anime mesmo aparecendo só em 2 episódios, porquê ele é a válvula de escape do Shinji e faz o personagem se sentir confortável com alguém novamente (até o Anno disse que esse é o único romance recíproco do anime). E eu acho aquele 1 minuto de nada acontecendo no final do episódio 24 (o Eva 1 segurando o Kaworu e de fundo tocando a 9° Sinfonia de Beethoven in D minor) a cena mais bonita do anime.

          Nada ainda supera minha Asuka (é, mas bem que nessa parte ela tava toda ferrada no hospital pelos ataques epiléticos).

        2. o 3:33 é absolutamente TERRÍVEL, mas se você curte um hate watch, eu recomendo bastante, é bem divertido. Encha a cara com outro amigo evangélico e assista, vocês vão ter assunto POR DIAS!

        3. Eu assisti os primeiros minutos do 3.33 e achei um saco (sério que os pilotos dos EVAs tem uma MALDIÇÃO que impede eles de envelhecer?). Por sinal eu gosto muito do Shinji bostão chorando nos cantos, e quando ele fica corajoso demais (aka no que seria o trecho do ataque de SEELE no The End of Evangelion no mangá) eu acho que a história fica um pouco mais sem graça.

  9. Ja tinha gostado do cd antes de ver as letras, agora então já gamei total.

    Só conheci a trilha do Evangelion agora, mão baixei na época, mas achei maravilhosa, uma pena que ficou sem comentário kkkkkk

    Achava o Deep River bem pesado conceitual, prefiro o Ultra Blue e o Heart Station, mas irei reescutar.

    No mais minhas faves for Michi, a da sereia e do evangelion, mas rodas são ótimas, até as que saíram em abril soam melhor dentro do album

  10. Faço coro aos que acham que esse álbum só não é melhor que Deep River, para mim o melhor álbum dela e uns dos melhores que já que pude ouvir na vida.

    Bendito foi o dia que descobri essa mulher através de um AMV de Fushigi Yuugi com a música First Love em 2000 ❤ E maravilhoso poder contar com um disco assim depois de tantos anos e ainda se surpreender com o trabalho dela ❤

  11. Esse é o primeiro album de jpop que escuto todo porque nunca fui muito chegada mas de tanto panfletarem ele aqui eu simplesmente tive que ouvir e tô 100% satisfeita. Boukyaku é minha faixa favorita mas tá tudo MUITO bom mesmo, e é bem difícil eu não achar um ou outra música uma bosta em um full album, então isso é um ponto extra pra Utada. Amém Asian Mixtape por me apresentar atos maravilhosos de jpop como FEMM, Flower e agora Utada ❤

  12. Sei que ninguém se importa/liga mas vim aqui mesmo assim pra dizer q Narsha vai casar mês q vem(isso mesmo q vc leu)
    e provavelmente Beg sera o novo 2ne1 da (insira aqui a empresa fajuta das BEG)
    se narsha vai sair?se elas vão virar um trio?
    se o grupo vai acabar?ou se de fato ela vai continuar na empresa e no grupo mesmo casada como a empresa disse não sabemos,mas vamos orar pq se o Beg ta vivo por 10 anos e sem mudanças de integrantes, isso é sinal de que o grupo pode durar pelo menos ate o proximo e ultimo comeback que se Deus quiser pode rolar ano q vem(já q elas sempre lançam algo de ano em ano)
    ainda tenho esperanças de uma “Ao redor do mundo” 2.0 ❤
    PS:façam suas oferendas viu amigas?
    Amo beg um dos únicos grupos que eu consigo amar todas as integrantes,e se eu fosse escolher entre uma delas concerteza Narsha seria minha bias @_@
    + como Beg é Beg faço de todas minha bias sz sz

    1. Narsha é pra frentex, não vai seguir esse papel de mulher coreana certinha e se aposentar só porque casou não. Ao menos não nesse primeiro momento, acredito em mais um-dois comebacks antes disso! (e um-dois comebacks falando de BEG já dá mais uns quatro-cinco anos de grupo, né? :v )

  13. Que álbum maravilhoso ❤
    Eu não consigo parar de ouvir Ningyo, sério. E olha que eu costumo odiar essas baladas no piano que não costumam ir a lugar nenhum, e eu absolutamente amei essa música, mesmo ela durando tipo uns 4 minutos sem variação de ritmo nenhuma, com instrumental simples e se baseando apenas no vocal da Utada, mas essa mulher canta as coisas com uma simplicidade tão sincera que eu acho que eles podiam dar qualquer balada de ep de grupo nugu da Coréia pra ela cantar e mesmo assim eu ia gostar. @_@
    Quando eu fui escutar essa Manatsu no Tooriame eu achei ela parecida com algumas coisas do primeiro Single Collection dela, e quando ela explodiu la pelo final eu já tinha achado que tinha pulado de música e eu não tinha percebido, gostei dessa transição, ainda mais depois de saber o significado dela e tals. Eu achei Boukyaku bem estranha, sendo sincero, mas deve ter sido mais pelo mano do feat ter uma voz meio bugada e por estar praticamente falando/cantando na faixa @_@ mas gostei da ideia como um todo, só não colou muito comigo não. E eu acho que senti um pouco esse final brusco do álbum também, talvez tenha sido por que eu meio que levei um susto quando a faixa 10 começou a tocar e eu estranhei pra caramba ela cantando uma música que se tivesse um bpm ou pouco mais alto virava idol pop. @_@
    A, e mesmo que agora eu ache Michi ótima, na primeira vez que eu fui escutar ela eu achei meio decepcionante. Isso por que tinha tanta gente rasgando uma seda fodida pra ela que eu esperava uma Sakura Drops/Colors da vida, e quando eu fui ouvir o álbum sem a tradução e ouvi uns "michi!" na faixa 1 ficou uma sensação de que faltava alguma coisa ai, mas era só frescura mesmo.
    Mais alguém aqui teve a impressão de que esse álbum mantém uma identidade sonora forte com a Utada antes do hiato, mas que mesmo assim soou mais moderna por comparação? Sei lá… a impressão que eu tenho ouvindo esse álbum e sabendo da história por trás dele é que ela ta meio tranquila com relação à tudo que houve e tals, mas que agora que ela voltou ela ta fazendo algo que ela gosta e ta feliz… sei lá, é estranho. @_@

    1. “mas essa mulher canta as coisas com uma simplicidade tão sincera que eu acho que eles podiam dar qualquer balada de ep de grupo nugu da Coréia pra ela cantar e mesmo assim eu ia gostar.”

      é tipo isso mesmo. @_@

  14. Após ouvir o álbum completo eu me sinto uma completa trouxa por ter falado mal dos singles que haviam sido lançados, esse trabalho da Utada foi uma verdadeira jornada de dor e alegria, e é possível sentir isso transcorrer pelas faixas, a quantidade de vezes que eu chorei ouvindo isso já passou da cota do que uma pessoa normal deveria chorar. Amém Utadeus Hirakasus ❤

  15. Não existem palavras para descrever essa obra no geral.

    E, eu preciso discordar de todos vocês: o melhor álbum da Utada, definitivamente, é esse, sendo seguido do Ultra Blue e Heart Station.

    Eu não tive problemas com a tracklist, achei o final brusco bem apropriado por conta da dualidade morte/amor.

    Minha relação com Boukyaku foi amor a primeira ouvida. Gosto de músicas mais “experimentais” (e o fato dela ter ousado tanto). É um ótimo acréscimo à discografia dela tão consistente.

    Mas, minha favorita é Tomodachi. Poxa! Que música gostosa. (a divulgação ‘pesadíssima’ dela no Twitter colocando sua orientação sexual em questionamento ❤ ).

    A nota que eu dei foi 10, e como você disse, 2016 necessitava desse álbum.

    É incrível como a Utada consegue transformar um sentimento tão recorrente e um acontecimento que é a única certeza que temos em uma verdadeira obra de arte com tamanha casualidade.

    MA-RA-VI-LHO-SA!

    Parabéns pela review.

  16. Essa review ficou espetacular Bruno. Vou passar a ouvir o álbum com outros olhos agora que sei sobre as minuciosidades das composições.
    Tava achando o Fantôme um bom álbum. Gostei demais dessa sonoridade branda que Utada trás em músicas como Nijikan Dake no Vacation, e eu bem que queria que ela seguisse o álbum todo, mas nem tudo é como a gente quer né? Precisa duma agitaçãozinha também hehehe.
    Tem umas músicas como Hanataba wo Kimi Ni (pós primeiro refrão) que eu já acho mais dispensáveis por soarem como, sei lá, música de novela? Música gospel? (Nada contra gospel, tenho até amigos que são). Mas vai lá, num geral o álbum tá sendo uma boa experiencia sim.
    E devo deixar um relato aqui: Faz dois dias que eu passei por uma experiência meio complicada. Tive uma paralisia do sono e acabei acordando de madrugada (é comum eu ter, lido bem com isso), mas eu não conseguia dormir de forma alguma por sentir um medo enorme de uma forma que eu nunca tinha sentido antes. Fiquei nessa das 01:30 da manhã até as 03:30. Foi aí que eu tive a ideia de colocar algumas das músicas calminhas do Fantôme pra tocar, isso na tentativa de me fazer acalmar e me fazer finalmente dormir. Dito, feito e realizado. Sempre que eu começava a me sentir amedrontado, eu conseguia segurar o medo por ele estar bem menos intenso graças ao álbum tocando do meu lado. Finalmente dormi às 04:00.
    Talvez isso aí em cima pareça ser besteira pra quem for ler, mas realmente foi uma experiência muito assustadora, e eu fico muito grato de ter tido o Fantôme do meu lado pra me ajudar a passar por ela.
    E brigadão pelo hype intenso no Fantôme hehehe. Talvez eu nem teria conhecido o álbum não fosse por isso.

    1. E caso fique a curiosidade, as músicas que eu ouvi pra me acalmar foram: Nijikan Dake no Vacation, Nigyo, Manatsu no Tooriame (essa quando foi chegado no final me deixou um pouco aflito por causa dos violinos que soavam meio creepy pra o momento hehehe), Jinsei Saikou no Hi, Sakura no Nagashi. E não tenho certeza, mas acho que Ore no Kanojo (<3) também estava entre as músicas. No lugar de Boukyaku eu coloquei isso aqui pelas músicas terem uma estrutura parecidinha (fiz isso por que Boukyaku é bem creepyzinha no começo né, convenhamos):

        1. Muitíssimo obrigado por ter me dado esse toque, de verdade. No momento eu estou indo regularmente à uma psicóloga e estamos tratando desses assuntos (ainda tá numa fase bem inicial).
          Eu agradeço por que tem gente por aí que não sabe que essas coisas podem ser graves, e ter alguém pra dar esse toque pode ajudar demais a pessoa à procurar ajuda.

  17. E pensar que mesmo Jpop tendo menos fãs que Kpop, cantores de Jpop vendem bem mais que cantores de Kpop, 165k em 3 dias, nem mesmo a Taeyeon(talvez solista mais popular do Kpop) com seu maior sucesso I vendeu o que 140k de Albums em 1 ano? Essa Utada é realmente um monstro, a musica dela é realmente muito boa, pra mim que não conhecia virei fã.

    Ps: Bruno vc fala sobre Supercell aqui no seu blog ou tu não é fã?

    1. É que o mercado japonês é mais nichado, porém muito grande, é o segundo lugar onde se produz mais músicas no Mundo (atrás dos EUA), e se consome muita musica no Japão. É improvável uma “guerra” de cantores/grupos como houve no Japão com Utada e Ayumi Hamasaki, Utada chegou aso 3 milhões de cópias na primeira semana e Ayumi vendeu quase 3 milhões.
      Tanto que o EXO ter batido mais de uma milhão de vendas na Coréia foi um grande feito que não acontecia a muito tempo. (óbvio que tem muito há ver com as trocentas versões do album, mais fãs loucas).
      E como na Coréia o mercado fonográfico não é tão grande, muito das músicas são feitas na intenção de exportar mesmo, por isso temos a impressão de que K-Pop é mais popular, e é mesmo, pelo menos no ocidente.

      1. 3 milhões na primeira semana? Cara isso sim são vendas, eu sigo pouco Jpop(até pela falta de informação sobre grupos e bandas de lá) mas soube que o digital lá é forte, mas não sabia que o album fisico era tão forte também.
        Mas cara com esses numeros eu penso que Jpop é mais popular de certa forma não? pelo enos me julgando pelas vendas, Girl Generation é o grupo feminino mais popular e elas em vendas se não me engano no maximo chegaram a 500k de album em grandes sucessos, elas ganharam o Youtube award e tem o Exo que vendeu + de 1milhão, mas no japaão as vendas são bem maiores e consistentes e Utada esta fazendo tão bem no EUA… Talvez a popularidade dos animes esteja influenciando na preferencia das musicas japonesas pelos jovens do que a Coreana(até porque até mesmo no Brasil, paginas de Anime são bem + popular que paginas de Kpop).

        1. mas o japão é um mercado auto-suficiente muito fechado em si mesmo, que dificulta MUITO o acesso ao material deles por pessoas de fora. Exatamente o contrário dos coreanos, que querem ser vistos e facilitam tudo porque o mercado interno deles é pequeno e o público estrangeiro é um bom complemento de renda pras gravadoras de lá.

  18. Tomodachi está tão tropical que quando eu ouço, a primeira coisa que me vem na cabeça é Mulheres de AREIA (ó, encaixaria certinho na OST da novela). Já imagino Tonho da Lua esculpindo a Ruth.

  19. Caramba, Bruno, por que quando se trata de Utada você cumpre seus prazos? Eu não terei tempo de ouvir o álbum até semana que vem (porque não cometerei o sacrilégio de ouvir uma obra de Utada no celular enquanto pego ônibus lotado, né?)

    Mas eu achei que o modelo pitchfork funcionou bem melhor nessa review do que na do BED IN. Talvez pelo fato de você ter detalhado mais sua interpretação de cada faixa, e ainda ao final jogar o plot twist de que a tracklist não as distribuiu tão bem. Sério, ficou muito boa. Eu já estava aqui me rasgando de vontade de ouvir esse Fantome logo, agora então…

      1. É por isso que eu sempre volto ao Asian Mixtape, já vi muitos blogs perderem o seu mojo após ganharem popularidade, mas você continua sempre interessado em melhorar a qualidade dele. E essa review é mais um exemplo disso.

  20. Muito Amor esse álbum, realmente de QUALIDADE.
    Vai aí meu top
    1 Nijikan Dake no Bakansu – simplesmente a melhor, o crescimento da música é muito bem orquestrado, sem falar no Clipe muito bom, uma das melhores do ano pra mim

    2 Tomodachi – Que delícia de música n consigo parar de ouvir, muito divertida, o instrumental é ótimo

    3 Hanataba wo Kimi Ni – a letra é ótima o instrumental é ótimo, a voz dela nessa aqui encaixou muito bem ( n consigo pensar em nenhuma voz cantando isso, sem parecer sonolento e sem impacto)

    4 Manatsu no Tooriame – o decorrer da música traz uma sensação de desconforto momentâneo, não no mal sentido

    5 Ore no Kanojo – acho uma das mais diferentonas do álbum, e tem ela cantando em francês/alemão sei lá que língua.

    Eu amei todas do álbum, valeu a espera, vai pro top 10 do ano sem esforços

  21. Que álbum lindo. Eu nunca me interessei tanto pelo cenário musical japonês (ouvia opening/ending de anime só) então esse é o primeiro album da Utada que eu ouço. E olha, fez jus a tudo que eu já ouvi falarem dela, tanto aqui no Asian Mixtape quanto no resto da internet. A dualidade da morte e do amor, a melancolia das músicas, a riqueza das melodias e a voz da Utada. Sensacional. Eu perdi meu pai há alguns anos por um problema de saúde súbito e Michi ressoou comigo de um jeito que pouquíssimas músicas já ressoaram na minha vida. Essa música carrega uma experiência de vida tão forte, e como tu mesmo falastes no review é uma mistura tão eufórica e explosiva que eu não sei exatamente o que sentir ouvindo ela. Mas eu certamente sinto. Queria muito te agradecer pelo review e por ter me feito ouvir esse album, Bruno. A Utada certamente ganhou mais um fã.

      1. muito obrigado! e parabéns pela simplicidade e singeleza do texto, meu interesse pelo álbum só fez aumentar depois da leitura (costumo ler todas, mesmo que não conheça o ato e o trabalho anterior dele).

  22. Gente eu realmente AMO a Utada, embora eu só tenha ouvido o This Is The One, Manatsu no Tooriame/Hanataba Wo Kimi Ni e Michi, fora Goodbye Happiness, First Love, Boku Wa Kuma, Movin’ On Without you e os hinos mais conhecidos né. Mesmo assim, pela sua review parece realmente um álbum esplêndido, se duvidar é melhor que Heart Station @_@! Eu quero ouvir esse álbum, mas a preguiça (e o PC que desliga no meio dos downloads) não deixa. Vou fazer um esforço e tentar baixar e ouvir!

  23. Facil o melhor álbum asiático do ano, sério, tá muito bom.
    Tão cheio de significado, isso tá muito bom, muito bom mesmo.
    E tá bem melhor a review assim.

    UTADEUS VEIO NOS ABENÇOAR ❤

  24. eu nem conheço o trabalho da utada mas a review inspiradíssima me deixou com vontade de ouvir o album e procurar mais coisas sobre ela
    parabéns pelo trabalho bruno
    seus textos são ótimos

    1. Pelos teasers, eu estava imaginando que esse álbum seria um completo throwback para os anos 90 como o Reboot foi com os 80, mas pelo visto não vai ser bem assim. Prism está mais para deep house de hoje em dia do que para house 90s, e na outra música só os “I can make you feel good” me lembraram o som da década um pouco… Espero que pelo menos a title track e o MV façam jus aos teasers e mergulhem no 90s concept.

  25. Bruno, não sei se você está em dia com as notinhas do allkpop, mas o grupo-irmão de Ladies’ Code irá debutar ano que vem e se chamará LOOΠΔ. Serão DOZE integrantes, mas o interessante é que até o debut cada menina irá lançar um solo por mês. E por solo, não quer dizer “música feita nas coxas e lançada no pré-debut só para manter o interesse no grupo” (*cof*Pledis Girlz*cof*), pelo visto quer dizer SOLO MESMO caso esse teaser high-budget da música que vai ser lançada no dia 7 de outubro indique alguma coisa:

    Esse projeto parece MUITO ambicioso, a agência até espalhou anúncios da primeira menina nos pontos de ônibus de Seul!! Se flopar, LOOΠΔ será o novo Gangkiz e dar disband um mês após o debut, mas conseguiu meu interesse.

    1. Eu estou bem animado para esse grupo, só pelos teasers bem feitos. Cada uma delas terá um estilo musical diferente (só acho que deveria ter de 5~6 integrantes). Essa empresa é subsidiária da Polaris, então é…podemos dizer que elas são irmãs do Ladies Code.

      Falando nelas, o comeback já tem data nesse mês

      1. Ah, é só uma subsidiária? Essas aí devem ter uns sponsors dos bons mesmo então! Eu não espero muita coisa da vocalista, mas já estou ansioso para ver a main dancer lançando um farofão, a visual com uma Choco Chip Cookies e a 4D cantando trot num MV maluco pra garantir vaga num variety show.

    2. Melhor a Starship se espertar e alavancar logo as cósmicas, pq a concorrência tá brava (Como eu sou fã de grupos gigantescos eu já estou stanning)

  26. Gente eu estou realmente feliz com a atenção que esse álbum vem recebendo MERECIDAMENTE no mundo todo, é claro que eu sabia que no Nippon Utada iria lacrar até fendas no tempo-espaço, mas ver meus amigos otakus dos anos 90 que já são casados e tem filhos, panfletando isso ai nas redes sociais não pelo saudosismo e sim pela qualidade me surpreendeu muuuuuuuuiiiiiiiiiiiiiiiiiitttttttttoooooooooooo, pegando disco de ouro nos primeiros dias de lançamento, e peganto top 1 em em todos os charts de praticamente toda a Ásia, sem contar que ver o maravilhoso “Utada Hikaru Brasil” sendo atualizado todo dia depois de tantos anos me faz acreditar de novo que o absurdo de internet que eu pago vale a pena.

    Eu amo Hikki, conheço ela acho que desde jovem, porque minha mãe é muito fã dela ❤ <3, e todo mundo sabe que eu sou otaku e tenho paixão por solistas femininas, então ver uma das minhas cantoras preferidas voltando e LIMPANDO O CHÃO com a cara desses malditos grupos idols que infestaram a cena jpop e demais pro meu meu kokoro aguentar.

    Quando eu vi aquela entrevista dela falando que o título do álbum Fantomê era em homenagem a mãe dela (que se matou e virou um "fantasma" presente em sua vida), e que o tema morte seria recorrente, eu até me preocupei por que geralmente Hikki compõe sobre amor, ai ela me vem com essa maravilhosa track lista intercalando os temas antônimos de forma tão lírica, ai socorro.

    O Bruno deveria ganhar um prêmio Nobel da paz, por encaminhar essas boas almas que entram aqui pelo kpop (que é muito legal [em certos pontos]), a entrar no maravilhoso e colossal mundo do jpop, e entrar do jeito "certo", ouvindo Utada e não essas bostas de hoje em dia ❤ . Parabéns Bruno, você está usando seus poderes de semi-formador-de-opinião igual-sei-lá-quem do jeito certo.

    Vocês que puderem, por favor comprem o álbum no Itunes, ou importem o físico que não está tão caro, já que Utada é Hikk(a) e não precisa extorquir a fanbase com preços exorbitantes e 69 versões diferentes do lançamento, ela trabalha por que ama música e não por grana (quem pode pode).

    E também pra quem quiser conhecer mais sobre ela, saber onde compram a discografia oficial, ler as letras das músicas traduzidas de forma correta em português, e as entrevistas recentes, e se atualizar do lacre em geral, acessem por favor o Utada Hikaru Brasil e apoiem o blog que é um dos melhores de toda internet ❤ ❤ ❤

    link: http://utadahikarubrasil.blogspot.com.br/

    PS: Bruno desculpa tá panfletando outra página aqui, se meu comentário for pra caixa de spam dessa vez vai ser merecido kkkkkkkkk.

  27. Como sou da galerinha velha que conheceu JPop e KPop tem zilhões de anos, 2016 está sendo um ano particularmente difícil, meio que o ápice das tendências da nova década (EDM, grupos enormes, menor de idade sexualizado) e que basicamente soam bem genéricas. É interessante ver que nesse cenário os japas entregaram bem menos trabalhos que eu gostei que os coreanos, mas essa minoria nipônica foi dotada de bem mais personalidade – quem sabe se eu resistir até 20s não vejo as coisas tomarem um rumo melhor no pop asiático?

    Enfim, Utada ensinando como uma solista lança um álbum com perfeição.

  28. Eu achei o Fantôme delicioso, mas sei lá.. o álbum em inglês dela, This Is The One, me traz um sentimento deprê praticamente único, então não consigo preferir o Fantôme mais do que o TITO.. mas é UM DOS melhores álbuns do ano sim. O melhor de uma solista? Hmmm… sim! 😀

    Comparando com outros álbuns icônicos das suas reviews, legal ver ele só meio ponto à frente do _genic, PLAY da Jolin e FEEL… ou seja, ainda tá pra nascer um álbum nota 10 das divas do seu review.. 😛

  29. EXTRA EXTRA EXTRAAAAAAAAA:
    http://www.inspirekpop.com/2016/12/rania-revela-teaser-misterioso.html
    RANIA SE SUPERA E BATE 9MUSES COM O MESMO NUMERO DE MEMBROS NO LINE UP(Fucking 15 membros ambos)
    Elas soltaram um teaser misterioso,com mais 4 membros novos e agora elas são 7,só lembrando que as únicas originais que ainda estavam no comeback passado pularam foram esse ano
    acho que era mais fácil elas acabaram com Rania e anunciarem outro grupo,pois nenhuma atual é da antiga formação @_@
    ansiosíssima,pois Raina sabe fazer uma farofa boa com um sexy concept LACRADOR
    só vem Raina
    fighting~~~~

  30. Li esse review soh agora. Eu nem sabia que a Utada iria lancar o album. Meio que parei de ler jpop news nesses ultimos anos pq estah tao ruim a cena e nao soh me refiro as jdivas. Alias nao soh a cena de jpop e kpop como a cena musical como um todo. Os artistas soh lancam o mesmo tipo de musica, nao ha variacao, personalidade, sentimento. Quando estava no itunes em Outubro tomei um susto quando vi Utadao e me assustei achando que era soh um single e sem esperancas fui ver que era um album inteiro. Serio eu quase chorei, mas achei melhor nao me animar ateh ouvir o album por inteiro. Comprei para apoiar Utadao e simplesmente fiquei sem palavras. Maravilhoso eh pouco para descrever esse album e concordo plenamente com seu review. Acho que a ordem das musicas nao soam bem e se nao fosse por isso seria nota 10. Entretanto, eh o melhor album de 2016. Espero que Ayuchan um dia chegue lah. Ateh lah vou ouvir essa maravilha e rezar para que Utada faca um tour ou pocket show ou seja lah o que for ao vivo pq essa maravilhosidade precisa de um show.

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