ALBUM REVIEW: Koda Kumi – W Face ~Inside & Outside~

Daí que mês passado Koda Kumi saiu de um loooongo hiato (dois anos sem Koda lançar LP? Honestamente achei que ela tinha morrido), prometendo chacoalhar as coisas com não um, mas DOIS trabalhos simultâneos, sendo um álbum rampeiro de farofas baixo nível e um álbum puro e inocente de baladas e midtempos perfeitas pra primavera japonesa. Sim, basicamente uma trucagem roubada de I Am…Sasha Fierce, só que elevada ao próximo nível, com Kumi não se satisfazendo em lançar um álbum duplo, mas sim dois álbuns simultâneos, provavelmente pra tentar atingir o primeiro e o segundo lugar da ORICON com trabalhos originais. E sabem o que é mais chocante? ELA CONSEGUIU, igualando o recorde de QUARENTA.E.SETE.ANOS.ATRÁS. da mãe da Utada (sim, wtf). Mas é aquela coisa, conseguir primeiro lugar na ORICON batendo recordes negativos de “álbum menos vendido do ano a conseguir primeiro lugar” é algo que ela sempre faz, mas será que esses álbuns prestam? Vejamos.

Dois anos atrás Koda me surpreendeu positivamente com Walk of My Life, foi um negócio que deu orgulho de ser Kumiko Navy e me fez dar o olhar de superioridade pros fãs de Ayu. WOML funcionou porque era um álbum coeso e bem amarrado, focado nos números de pop rock que casam tão bem com a voz dela. O fato dele se focar em apenas uma das facetas de Kumi ajudou a fortalecer o álbum, então ver aquele trabalho ser seguido por um álbum rampeiro urban e um álbum de dona de casa japonesa até faz bastante sentido pra mim no papel, já que a lógica é a mesma: fazer um álbum focado em apenas um conceito, em apenas uma faceta dela. O potencial estava ali. Eu realmente só não consigo entender por que Kumi quebrou o orçamento de um álbum em dois, porque quando nos deparamos com um clipe desses, fica bastante óbvio que foi isso que rolou:

o horror, até Stephanie Absoluta tinha mais dinheiro pros seus PVs

Então tudo bem, ela estava sem orçamento. Esse momento chega pra todas. Mas o potencial de apostar em facetas exclusivas de Koda ainda está aí. A ideia de W Face (Double Face) é evidentemente colocar em evidência a dualidade de Kumi, e o fato dos dois lados serem nomeados como “a face de dentro” (inside) e a “face de fora” (outside) dão a entender que o “Outside” mostra o que Kumi projeta para o mundo, como ela quer ser vista pelos outros, enquanto o “Inside” mostra um lado mais frágil e introspectivo. E enquanto isso funciona lindamente no papel, na prática infelizmente só não rolou. Porque não são só os PVs desses álbuns que estão pobres, o conteúdo também é.

No W FACE Inside por exemplo temos o que são obviamente várias demos descartadas através dos anos sendo desovadas num único álbum de uma vez só. Os arranjos, as melodias, as temáticas… absolutamente nada chama atenção, nada soa fresco, nada soa inovador, nada empurra barreiras, NADA DIVERTE OU EMOCIONA. É um álbum sabor creme e sem cor, absolutamente inofensivo e que não diz absolutamente nada sobre Koda, matando a ideia de que esse álbum é intimista e nos apresentará “a face de dentro” de Koda.

É difícil até mesmo comentar as faixas individualmente, visto que tudo acaba se diluindo no cérebro e virando uma massa amorfa de baladas e midtempos repetitivas e sem diferencial (comparem as coisas nesse álbum com baladas passadas dela). As únicas faixas que acabam se destacando um pouco são “What’s Up“, por ser um número de pop rock perdido no meio do álbum, e “My Fun“, pela piada das criancinhas desafinando enquanto Koda canta a cantiga de ninar horrorosa. Mas de verdade, nada salva esse álbum, uma vergonha e provavelmente o pior de Koda até hoje. Eu honestamente estou até mesmo sendo bonzinho com essa nota aqui, viu:

As coisas são um pouco melhores em W FACE Outside, porque farofa genérica costuma ser mais tolerável do que midtempo genérica. Mas o mesmo comentário sobre Inside também vale aqui: esse álbum nada mais é do que uma série de demos cheias de pós transformadas em faixas inacabadas, todas seguindo a tendência ocidental de uns anos atrás de farofas com refrões horríveis emulando os peidos do produtor. Tenso. Mas Outside ainda tem seus destaques, como por exemplo a faixa que dá nome ao projeto, W FACE, que traz versos contidos evocativos do lado inside e refrão ~tombativo e lacrante~ do lado outside, com os “sim, quenga, sim, quenga, sim, lacra” que Koda fica repetindo incessantemente no limiar da piada e da seriedade (enquanto eu fico no limiar da vergonha alheia e do curtir enquanto escuto).

Boa parte das faixas no W FACE Outside falha miseravelmente na hora de entregar um refrão marcante. Coisas como Damn Real e Cupcake começam promissoras, mas implodem em refrões vergonhosos e que em boa parte dos casos simplesmente não casa com os versos. Wicked Girls é uma demo descartada de Namie Amuro sem tirar nem por, e Heartless é uma piada de balada por conta do engrish. Mesmo tudo isso sendo audível, a verdade é que as faixas são tremendamente esquecíveis e pouco imaginativas.

Talvez as que se saiam melhor são Ultraviolet, Shh! e Bassline. Ultraviolet por não tentar reinventar a roda, também não ofendendo. Já Bassline seria ainda melhor se fosse uma faixa lenta e sedutora, talvez fosse a nova KO-SO-KO-SO. Mas o sax/trombone/whatever excessivo no refrão meio que mata isso. Bangerang é outra que desce redondo, mesmo que seja esquecível. Já Shh! é boa mesmo, nem tem o que dizer.

Outside pode ser melhor do que o Inside, mas ainda assim está entre os piores álbuns de Koda até hoje. Ele simplesmente não é marcante e não tem lá muito fator de replay. E definitivamente nada aqui vai entrar na playlist “KODA KUMI BEST” de absolutamente ninguém, é um trabalho no automático e que não faz bom uso do baixo orçamento presente. E fiquem aí com mais uma nota bastante bondosa:

W FACE é absolutamente esquecível e feito no automático. Se Walk Of My Life trouxe Koda focada e com singles interessantes, W FACE falha feio. Ele perde até mesmo quando comparado aos outros álbuns a toque de caixa que ela lançou nessa década feito Bon Voyage e Japonesque. O primeiro pode ter falhado em entregar o icônico tema naval, mas ainda tinha Show Me Your Holla, Dreaming Now e U KNOW. Japonesque tinha KO-SO-KO-SO, In The Air e Lay Down. Eu duvido que algo nesses dois álbuns novos fique na minha memória, e ver o estado atual da carreira de Kumi me entristece muito. Ela tem uma cor própria que a diferencia das outras tantas solistas no j-pop, mas nada está sendo feito disso. Eu nem sei se ela se importa mais. Mas no ritmo em que as coisas estão, quem não se importa mais sou eu, viu.

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89 comentários em “ALBUM REVIEW: Koda Kumi – W Face ~Inside & Outside~

  1. Nossa, esses albuns são realmente terríveis.
    O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM ESSAS SOLISTAS????
    Pelo jeito a Namie tá indo no mesmo caminho…. ou não!
    Já Ayu devia entrar em hiatus forever.
    É uma pena…

  2. Nossa, jurava q dessa vez você não ia nem se dar ao trabalho…. Esses álbuns sõ uma verdadeira prova de resistência, só consegui ouvir pq pus ambos no aleatório (pois eu não ia encarar o Inside a seco). Tirando a faixa-título passei a dar mais valor a Shh! (Insane tbm é legalzinha – com foco no -inha :P)

  3. Pra quem não sabe Momoland tá voltando dia 26 de abril rs rs. O título que da nome a música, ” Immense “, também mede o tamanho do meu hype. OLHA ESSAS PERNAS DE GALINHA ❤

    1. “Se eu sou stan?? Tô esperando calmamente a Dublekick liberar o primeiro teaser pra começar a chuva de divulgação aqui no blog ❤”

      Cumprindo promessas !!!!!!!!!!

  4. Lol, eu tava fritando ao som dos “sim, kenga, sim, kenga, lacra!” nesse exato momento depois de ver a review do dougie, como o povo aqui de casa me olhando torto, ai eu me deparo com essa review do nada @_@
    W FACE pra mim foi ótima e Shh é boa tbm, eu não escutei o outro álbum pq não vi ninguém falando bem dele e… eu to com preguiça mesmo.

  5. Você sabe o quanto a Koda Kumi é importante, quando o Bruno faz seu primeiro álbum review de 2017, com essa dupla de demos morfadas de atos aleatórios da avex, que se juntaram e dois conceitos básicos da forma mais desastrosa possível…isso por que tiveram vários minis de kpop que prestaram recentemente!!!!!!1

    Rainha né queridos????

    Slay!!!!!!

    Shhh! salvou o OUTSIDE, mas provavelmente é por ela já ser conhecida e amigável aos ouvidos, Ultraviolet tem aqueles “raps” tosquíssimos que servem de alívio cômico pra vida, e “yes bitch1!yes bitch! slay” já é bordão, o resto é totalmente esquecível ou ofensivo a audição e a memória.

    PS: não percam tempo ouvindo o álbum de baladas!

  6. A essa altura do campeonato achei chocante você se dar o trabalho de fazer review dos dois álbuns rs

    Enfim, eu dei muito passe pra Koda nos dois álbuns e aceitei calmamente por motivos de: Sendo pela piada ou não, só Koda pra fazer esses pancadões no J-pop. Eu curti as faixas que mudam bruscamente o refrão e W FACE segue absoluta na minha playlist até aqui, mas mata muito o fato dela nem tentar mais fazer algo novo. Quer dizer, ela pegou 4 conceitos diferentes nas 4 últimas eras (Japonesa tradicional safada, marinheira naval safada, Caminhada safada pela carreira e a véia safada que por dentro é puritana) e nos 4 tem praticamente as mesmas falhas e acertos de Kodão. Eu gosto do Outside, mas acho que é isso: Ou dá muito passe pra continuar acompanhando Kodão e dar a sorte de vir um jamzão por álbum, ou simplesmente larga de mão. Eu só escolho a 1ª opção…

  7. “Wicked Girls é uma demo descartada de Namie Amuro sem tirar nem por” this!! HAUAHAUHAUAHUA
    Olha… eu destaco exatamente as mesmas do Inside… mas pra mim Ultraviolet é ofensiva sim.. parece demo descartada da Fergie atual (!!).. é horrorosa demais.
    Sei lá.. pra mim W FACE tá no bottom 3 de álbuns da Koda.. triste mesmo. Mas pelo menos o live report da tour tá promissora… isso se comparado com as tours horríveis q ela vem fazendo pós-JAPONESQUE.

  8. Akshskdg vekdhdhdgwjsvns
    Koda Kumiko​ batendo ponto aqui!

    “IMAGENS VERIDICAS DA CARREIRA DE KODA!”

    Esses álbuns são uma bosta gigantesca kkkkkk
    Uma pena pois, dei muito mais valor a Kumi e ao que ela pode nos proporcionar após o ótimo-mediano Walk Of My Life!

  9. Sinceramente, o inside é a coisa mais cringeworthy que existe nesse mundo, pqp. Dei uns 10% de moral por causa de Bring It On que tava ansiosa pra ouvir gravada, e nem é realmente inédita. Kumi é cheia dessas baladinhas porque originalmente queria ser cantora de baladazzzzzzz etc e tal mas porra, ela simplesmente não. consegue. acertar. Sério, Turn Around é a última coisa ~lenta~ que me agradou e nem é propriamente uma balada. Agora, o mais triste disso é que, consequentemente, todo o meu hype vai pras uptempos e até o lançamento de Shhh! como single tava tudo certo. Quando ela começou a largar aqueles instrumentais-teasers no fb que toda a minha expectativa pro outside foi pro ralo.
    Insane é só grito gratuito, Bangerang não fede nem cheira, Ultraviolet é ?????? da maneira mais negativa possível e Cupcake nem me dei o trabalho de terminar de ouvir.
    Me decepcionou absurdamente até porque ela é minha solista preferida e eu achei o WOML tão consistente, achei que toda essa ideia de álbum duplo ia elevar ainda mais a qualidade da música dela e tal mas acabou que foi um tombo horrível. Ela realmente não aprendeu nada com o próprio álbum. Tempos difíceis pros “Kumiko Navy” kdjsçlfkj
    Aliás, me surpreendeu que você fez review do W FACE. Foi uma decepção tão grande que achei que cê ia fingir que isso não existe na discografia dela. Eu, pelo menos, vou osidofgsjkdf

    1. Amiga/amigo supera!!!!!!!!!! já foi, não tem volta (na verdade ele fez umas atualizações e tops sobras de alguns anos…mas isso era antes do hiatos-gate).

      Todo mundo já sofreu com a opinião duvidosa do Bruno em montar TOPs, tipo eu, ele sabotou VOICE do perfume colocando ela no subsolo do limbo, e eu nem reclamei (mentira! reclamei sim, reclamei muito aliás, nunca superei #justiceforVOICE).

      O jeito e levar na boa e se guiar para o caminho da aceitação e do amor <3!

    2. OMG um AID, nós AID’s temos que nos unir -n

      Claramente foi por causa dos suspensórios patenteado pelas GAROTAS DAY -n (YOLO It’s coming pra arrebatar os fiéis e converter os pecadores)

  10. Acho que a desacelerada da musica no pré-refrão (eu acho q é nessa parte) quebrou o clima da musica. No geral, curti. Minzy é uma artista muito talentosa pra perder tempo na yg.

      1. Mano tosco?!

        Se RETRATE!

        Ele fazia parte do AZIATIX, ok que o grupo deu disband em 2015…

        Mas ele participou do SMTM5! Tá que Flowsik foi eliminado (injustamente), porque seu rap coreano não é tão poderoso quanto seu rap em inglês, e ele não era tão popular quanto os seus concorrentes…

        Mas mesmo assim, muitos consideram sua voz orgásmica. O que no final das contas acaba sendo algo muito tosco kkkkk…

        Deixa pra lá…

        1. Não conheço….mas aceite minha retração pública mentira! ele tá atrapalhando a Minzy mesmo! com o coração puro e honesto!

      2. Eu ia defender a honra do Flowsik, mas o meu comentário foi para a moderação, tamanha a minha indignação Shigatsu. Acho que no final das contas não tem o que defender HAHAHAHA.

        Aguardando pacientemente.

        1. Hahahaha desculpa mana, não queria ofender os fãs do cara, mas você há de convir comigo, que é muita vacalhação o debut solo da Minzy ser um faet, com um mano quebrando a voz dela com um rap só pra dizer que tá lá, se é solo tinha que ser só a Minzy, entenda minha revolta também!

        2. Sem problemas ❤ .Realmente ficou estranho o mano lá. Os fãs do Flowsik (basicamente fãs americanos) só ficaram felizes porque assim ele não caí ainda mais no esquecimento.

    1. Achei legalzinha, mas bem qualquer coisa. Digo, tirando as bandeiras escrito “Minzy”, não tem nada que marque que isso aí é dela… Qualquer uma que não estivesse preocupada em manter o aegyo concept em sua vida poderia fazer.
      Tá apenas mais ou menos. Aceitável. Ela consegue ser melhor que isso.
      Tomara que ela melhore, né.

    2. Gente, gostei de ouvir mais essa música pelo mini, tem alguma diferença ou eu estou doida, ou será que eu porque ouvi pela 3ª vez lá ?
      Achei o mini bem legal, exceto a balada filler obrigatória, achei ING a melhor e NINANO a mais fraquinha ‘-‘
      E a Minzyanne indo bem nos charts ‘o’ ❤

    3. Eu esperava um pouco mais da Minzy, não que esteja ruim, mas não tem nada na musica que seja marcante… Acho que eu estava esperando a Minzy cantando algo like “Crush” do 2NE1 nesse debut solo.

    4. Minzy, você saiu da YG lembra? e sabe o que isso quer dizer? que você NÃO PRECISA ficar lançando merda! eu sei que kami sama pode ser cruel, mas você não está nas mãos daquele porco pra ficar cantando isso. Você disse adeus para aquele inferno e com aquela nave fantástica você viu os horizontes e que o melhor momento de lutar É AGORA! então vai recuperar o teu poder e assim ter sua energia recuperada pra lançar algo que preste ao invés dessa bosta.

    5. Ahhh e eu gostei do MV. Amo a vibe pobre, desbotada e com TV de tubo típica de feat. com um raper qualquer.

      Esqueçam as banheiras e amem TVs de tudo ❤

  11. Depois de lançar a icônica música da amídala em 2016, Berry Good (esse nome de flop <3) zerou suas verbas e lançou mais um mv-nugu-baixo-orçamento.

    1. Pelo visto terminaram de gastar tudo naquele teaser da menina patinando no gelo, né? Poxa vida. E elas tem tanto potencial, as bichinhas.
      Pelo menos tão bonitas, né.

  12. Kodinha já me impressionou mais antes… Parece que depois que Utada voltou com Fantomê, as solistas todas entraram num desespero tão grande que ficaram impedidas de fazer algo que preste, tamanho o choque.
    Só pode ser isso.

  13. Eu gosto do Japonesque, me julguem :v
    Não tive paciência para ouvir o Inside, então resumindo bem resumidamente, o Outside dá um ótimo sample pack para remixes. Quem sabe não sai uns remixes? Não é uma má ideia e eu ia querer pegar esses projetos 😛

  14. Saudades dos tempos em que Kumiko lançava músicas como a toscovilhosa Butterfly (com MV que começa com ela como fada virginal, passa por professora enfiando a mão no saco do aluno e termina como lavadora de carros softcore), Juicy com a reinvenção da dança na boquinha da garrafa, ou as baladas bregas mas bonitas que exploravam bem a voz dela, como You, Feel e Yume no Uta (esta última com direito a versão alternativa com letra diferente e arranjos tirados de karaoke de boteco).

    Não adianta lançar dois álbuns ao mesmo tempo se as faixas aproveitáveis dos dois juntas não rendem nem um EP…

    1. Sua deliciosa! tava doida pra que alguém viesse panfletar isso aqui já que eu tava morrendo de vontade de achar essa merda que eu não lembrava de nada além do carinha que faz um rap e que parece o carinha do teen wolf e o carinha que canta e que me lembrou o Jonghyun do Shinee.

      PS: pelo menos vou lembrar dessa música até outro post aparecer.

  15. Infelizmente eu concordo com o review sem tirar e nem por nada. Os 02 albuns são fraquissimos, como vc falou parece demos descatadas e mal tiveram o trabalho de finalizar elas. Por isso q eu acharia melhor q ela tivesse feito apenas um album. Eu ó ouço ele na minha playlist q fiz no spotify, coloquei as “melhores” de cada um e fiz meu tracklist.

  16. Ainda não ouvi o trabalho completo da Koda, mas nem me importo de passar por esses 2 álbuns como se não existisse. Ainda sou do Team Solistas com violão.

    Essa noite tivemos alguns comebacks e tenho que comentar tudo junto

    Se fosse a Grace cantando isso seria melhor. Flowsik é um ótimo rapper, mas não deu muito certo nessa música.

    Eu posso até ter gostado da música, mas fico triste depois do ótimo 2016, e agora elas não tem dinheiro para fazer um bom MV (Makestar está ai pra isso, o grupo utilizou desse recurso nos outros lançamentos, agora vem e acontece essa tragédia).

    LABOUM vem me surpreendendo, os lançamentos delas vem sendo consistentes. Elas são bonitas e temos a mini Hyeri maravilhosa!!!!!! Te amo Solbin ❤

    Por último o lançamento que mais gostei. ViVi pode ser a mais velha do grupo até agora, mas é tão pequena que parece a maknae e o fato dela não saber falar coreano direito deixa mais ainda a impressão dela ser a mais nova. Eu gostei muito do MV ser no estilo que nem dos anos 90, fazer o close no rosto das garotas e colocar aquele filtro fantasma fazendo referência aos MV's do H.O.T e S.E.S. Teve cameo de todas as garotas ❤ Haseul fazendo rap que acabou com a carreira de muitos. Adorei tudo. Agora é só esperar esse MV chegar a 300k para a Jinsoul aparecer.

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