Plagiadoras Cósmicas repetem sua fórmula de “clipe lindo e música descartável” ainda mais uma vez.

Cosmic Girls é um daqueles grupos novatos genéricos com gente demais no line-up e que não mudam vidas ou são favorita de ninguém. E nem é como se elas fossem injustiçadas ao sofrer essa sina, visto que o catálogo do grupo até aqui é bem capenga. Debut horrível, a outra lá com o clipe vaporwave que eu nem lembro mais como soava… só Secret legalzinha que salva. Minhas expectativas pra um comeback eram quase nulas, mas a capinha do vídeo no youtube tá tão linda que eu esperei SÓ QUATRO DIAS pra ver ao invés de esperar o período de criação de mixtapes chegar pra assistir isso aqui, e eu honestamente nem me decepcionei:

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MIXTAPE – MAIO’17

E finalmente chegou a hora da mixtape de maio acontecer. Mês passado foi relativamente inusitado, e consequentemente a playlist também está longe do habitual. Praticamente metade dela é japonesa, após a total ausência do Nihon mês passado; e a outra metade ou é solista ou boyband. Honestamente, rolou algum comeback de girlband em maio tirando o adeus de Xisuta, April e TRYING TO LET YOU KNOW XIGNÔL BONÉ SIGNAL BONÉ? Porque se teve eu nem lembro mais.

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[TAG] Eu respondo, vocês respondem

POR ESSA VOCÊS NÃO ESPERAVAM, QUERIDOS LEITORES! Mas sim, o AsianMixtape responderá a uma tag pela. primeira. vez!!1

Como vocês sabem, eu sou praticamente a Namie Amuro da blogosfera capopeira fundo de quintal. Tenho duzentos anos, não estou nas mídias sociais da moda, não faço tags, não faço lives, não faço variety shows, não vou no Kouhaku por nada nesse mundo e só saio de casa se for pra gravar um comercial da KOSÉ, dando no máximo um tchauzinho pra imprensa da janela e depois já volto correndo pra casa. E, claro, assim como Namie, isso não é arrogância e nem deveria ser lido como tal. É pura preguiça mesmo, assim, MUITA.

sentar no sofá > postar sobre april e elris

Mas não sei por que, mas deu vontade de responder a última tag a rodar por aí. Claro que eu atraso tanto nessas porras que nessa altura do campeonato já deve estar rolando outra tag até, me pedindo pra fazer um ranking de sabores de iogurte grego vigor ou outra bosta relevante dessas. Mas enquanto isso não rola, vamos nos refastelar no mais novo caderninho de respostas da classe, “EU RESPONDO, VOCÊS RESPONDEM”, numa incrível análise de como eu mergulhei no capope!!1

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HYOYEON não sabe o que quer fazer da vida em seu novo single bipolar, Wannabe.

HYOYEON havia debutado solo no final do ano passado com a descompromissada Mistery, que poderia muito bem ser uma bobagem try-hard com peidos eletrônicos em half time no refrão, mas felizmente não foi esse o caso. Miss Terry de alguma maneira era uma faixa legalzinha de verdade e uma das melhores do Station até ali, apostando numa pegada árabe/turca que sempre funciona. Agora, sabe-se lá como ou por quê, Hyoyeon conseguiu outro solo, e dessa vez nem faixa do Station ele é! Será que Hyoyeon construiu em cima dos alicerces fortes do single anterior pra viabilizar uma carreira solo duradoura? Ou teremos uma bosta horrível que parece saída da YG??? Vejamos:

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LONELY, o disband do SISTAR, humilha o disband de sua favorita

Como todos vocês sabem, o k-pop é um gênero super antenado e que sempre inventa novas tendências. Em 2014 tava todo mundo rebolando ao som de uma midtempo sensual, em 2015 todo mundo ficou puro e inocente, em 2016 todo mundo virou downtempo/pbr&b e agora em 2017 todo mundo tem duas tendências pra seguir: ou lança tropical house, ou dá disband com uma demo inacabada meia bomba que não tem muito a ver com a sonoridade do grupo e nem a fanbase consegue engolir direito. Mas Sistar nunca foi um grupo que seguia as tendências da moda. Elas já rebolavam a bunda antes de 2014 e continuaram rebolando quando todo mundo ficou puro e inocente. E agora, até no disband elas são diferentonas ao entregarem um comeback decente e que tem cara de Sistar:

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Pacotão de Oppas (30/05): quinze (!!!) comebacks de maio comentados pra vocês.

Daí que nessas duas últimas semanas a porteira abriu e dezenas de boybands tiveram comeback. Eu nem estou brincando, foram muitas MESMO (Broduce 101’s impact?). Aí embaixo está o testamento de minha resiliência, determinação e dedicação ao blog, porque eu ouvi Q.U.I.N.Z.E. dessas faixas uma atrás da outra pra postar essa bosta, quando minha vontade era bem ouvir uns dois comebacks no máximo. Vejamos se alguns dos seus oppas prestaram, mas antes, uma pausa pra notícias urgentes:

[BTS – 2017 BILLBOARD MUSIC AWARDS]

O sangue, suor e lágrimas das ARMYs ganharam pro BTS um prêmio aí da Billboard com 300 bilhões de votos ou algo assim (que porra é um “social artist”?). Mas honestamente? Eles mereciam mesmo se a competição era Ariana Grande, Cabeçuda Gomes, Bieber e um negócio chamado Shawn Mendes. Os singles deles são melhores mesmo. E é sempre bom ver aquele velho ciclo do “ato que está prestes a dominar a América e que é mega hypado entre os capopeiros sendo usado pela mídia ocidental como clickbait” se repetir. CL fazendo feat com um monte de rapper terrível de 2015 pra cá. 2NE1 sendo a melhor banda da terra segundo a MTV em 2012. Girls Generation se apresentando no Letterman em 2011. Wonder Girls abrindo a tour dos Jonas Brothers em 2010. BoA e Se7en ~~dominando a América em 2009.  Been there, done that.

Mas se é pra ser honesto, o impacto da mídia social e das fangirls loucas no conceito de “fama” e “força de marca” em 2017 faz BTS de fato ter mais exposição do que esses atos passados jamais tiveram operando nas condições da mídia convencional pré-snap/insta/tuírer, então eles provavelmente serão mais onipresentes na América do que todos os que tentaram antes. Mainstream? Nunca, né. Não que alguém algum dia vá chegar perto do impacto cultural de PSY, por exemplo. Mas as ARMYs merecem curtir o momento. Pois BTS é o grupo da vez a ~fazer a América~.

PARABAINS

Com esse momento emocionante fora do caminho, podemos mergulhar de cabeça na vala que é o submundo das boybands. Vejamos se alguém se salva.

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