BTS invade a pedreira da Toei para um remix de Fire intitulado “Not Today”

Semana passada BTS teve um comeback inesquecível com Spring Day, que nos proporcionou com a #1ktourdoasianmixtape e alguns dos comentários mais assustadores/icônicos/hilários já vistos nesse blog veículo midiático sério e cheio de credibilidade, o tipo de coisa que será lembrada pelos K7s durante anos por vir. Mas a música em si, ninguém tirando as ARMYs sequer lembra mais. Entretanto, BTS aparentemente estava ciente disso o tempo todo, visto que eles agora querem fazer com que todos esqueçam que aquela xaropada sequer existe, lançando um clipe para o farofão deles da vez, Not Today:

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Ao invés de Like Ooh Ahh 4.0, TWICE chacoalha as coisas para Knock Knock.

TWICE está de volta para ainda mais um single (o quarto em pouco mais de um ano), e ao invés de apostarem na testada e cansada fórmula de Black Eyed Pilseung, a JYP resolveu inovar e encomendaram o novo lead single das nove para Collapsedone e Mayu Wakisaka. Sim, eu não sei quem são essas pessoas. Sim, Mayu é japonesa. Será que uma JAP. VER. de Knock Knock está próxima? Sim ou sim???

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Taeyeon vira uma assombração burlesca em novo single gótico suave, I Got Love.

Taeyeon, a rainha dos SONEs e padroeira das próteses dentárias e facetas de porcelana, está. de. volta. pra mais um ciclo de divulgação, dessa vez para seu primeiro álbum de estúdio, I Got Love. E pelo visto, ela continuará com a dualidade entre seus comebacks oficiais e seus singles digitais: os primeiros trazem Taeyeon flertando com algum gênero musical que ela gosta, como o pop rock alternativo de I e o tropical house de Why, enquanto os segundos trazem Taeyeon lançando xaropadas chatíssimas e derivativas feito Rain e 11:11 (e que coincidentemente caíram mais no gosto dos coreanos do que os superiores singles físicos). Chacoalhando as coisas mais uma vez, fiquem com Téião burlesca em I Got Love:

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K.A.R.D arruma a casa para seu segundo single, Don’t Recall

Quando K.A.R.D debutou com Oh Na Na, eu mencionei que o quarteto não parecia um grupo pra mim, que eu não sentia que existia coesão entre os elementos, pela divisão “minas cantam manos mandam rap” fazer a faixa parecer um grande feat e olhe lá. Parecia que NEM A DSP sabia exatamente o que ela queria com K.A.R.D no fim das contas, visto que anunciaram Youngji como integrante, depois como feat misteriosa, depois como possível integrante após o grupo anunciar outros dois integrantes secretos fechando sete membros… enfim, K.A.R.D começou aos trancos e barrancos, típico da DSP. Mas o que ninguém realmente esperava era que o fandom internacional fosse abraçar o quarteto da maneira que ocorreu, o que pra mim explica um pouco esse segundo single:

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“Draw Me” traz um gostinho do que seria o album 70s das Wonder Girls. Uma pena.

Como todos vocês sabem, as Wonder Girls se foram. para. todo. o. sempre. mês passado, deixando para trás qualquer expectativa de que elas iriam cumprir a promessa lançada com Why So Lonely de trazer em 2017 um quarto LP, fazendo para os anos 70 aquilo que o Reboot fez para os anos 80. Tudo parecia montado para tal. A mesma estratégia de trabalhar com várias estéticas e reinventar as sonoridades da década foi anunciada logo que To The Beautiful You saiu como buzz track:

Essa calça boca de sino, as meias soquete de lurex, essa fonte… não teve um que não ficou empolgado por uma segunda rodada de Reboot, mas ficamos só com o dub reggae de Why So Lonely, o disco de Sweet & Easy e o pop analógico de To The Beautiful You. Mas todos sabíamos que as integrantes já haviam trabalhado em outras faixas, só faltava o lançamento mesmo. Infelizmente, agora Inês é morta, e o grosso do álbum tá indo direto pra lata do lixo, com apenas essa baladinha-fecha-álbum sobrevivendo pra contar história:

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Spring Day é morna, genérica e o pior single de BTS em tempos.

BTS zerou 2016 na Coreia ao bater EXO e Twice para se tornar o ato mais vendido do ano, um feito respeitável pra um ato fora das big 3. Isso que eles ainda venderam mais de 20 mil cópias nos EUA com Wings (Bonnie Mckee could never), uma prova do apelo internacional do grupo e a cereja no bolo da subida vertiginosa que eles tiveram de escalão nos últimos dois anos. BTS conseguiu tudo isso ao trazer inovações na cena masculina capopeira, ao apostar num som fortemente influenciado pelo que está em voga no ocidente em singles sólidos como I Need U, Run, Save Me e Blood, Sweat & Tears. BTS pegou o som de coisas como Justin Bieber e o injetou com esteróides, e com isso conseguiu reconhecimento internacional. Claro, em meio a esses singles que criaram tendência entre as boybands capopeiras, eles também lançaram coisas regressivas e lugar comum feito Dope e Fire. E infelizmente esse novo single deles definitivamente está nesse segundo balaio:

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