ALBUM REVIEW: Koda Kumi – AND

Koda Kumi está de volta com seu TERCEIRO ÁLBUM desde o Walk of My Life. SIM, terceiro. Eu também estou chocado, visto que aquele foi o último álbum de Koda a ser bem trabalhado pela avex, com uma série de singles nacionais com algum tipo de relevância e, honestamente, é também o último álbum de Koda que eu sequer lembro vagamente. O W FACE ~Outside~ tinha aquela “SIM, QUENGA, SIM, QUENGA, LACRA”, o ~Inside~ tinha Shh! (que eu nem lembro direito como soa e só lembro do nome mesmo) e… e… é, só isso mesmo. Vejamos se as coisas melhoraram nesse novo lançamento, que parece estar saindo cedo demais, ainda mais que OUTRO álbum dela já foi anunciado pro fim do ano. Enfim, AND:

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MINI ALBUM REVIEW: BoA – One Shot Two Shot

Como vocês sabem, nesse 2018 BoA está com fogo no rabo e resolveu lançar dois singles promocionais simultâneos em janeiro e ainda dois álbuns simultâneos em fevereiro, para dois mercados diferentes. Eu ainda não entendi exatamente por que dessa concentração absurda de trabalho em meros dois meses do ano, mas não irei reclamar, quando BoA ficou quatro anos sem lançar álbum japonês e quase três na Coreia. Vocês já viram a review da empreitada japonesa, Watashi Kono Mama De Ii No Kana, então agora é hora de avaliar como está o esforço coreano, ONE SHOT TWO SHOT. Será que ele vale a ouvida?

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ALBUM REVIEW: BoA – Watashi Kono Mama de Ii no Kana

BoA esse ano comemora 18 anos de carreira, e pra celebrar ela está lançando álbuns simultâneos na Coreia e no Japão (ué, e o álbum pra comemorar a carreira americana??? poxa……). O álbum coreano sai dia 28, mas o japonês já está entre nós desde o dia 14, o primeiro dela por lá em quatro anos. Minhas expectativas pro álbum eram nulas, mas o single promocional Jazzclub me deixou um pouco mais empolgado. Porém, um ciclo promocional tão longo quanto esses quatro anos sempre é um mau sinal pra qualquer álbum. Será que vai rolar isso também nesse Watashi Kono Mama De Ii No Kana? Vejamos se esse será o caso.

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ALBUM REVIEW: IU – Palette

IU é uma das estrelas mais fascinantes de todo o k-pop. De idol manufaturada a dona de si, IU desabrochou e amadureceu como artista como poucos atos conseguem fazer numa cena tão sufocante e controladora quanto a cena pop coreana. IU muito cedo em sua carreira ganhou o título de “a irmãzinha da Coreia”, um rótulo que a colocou dentro de uma caixa e colocou nela expectativas irreais para qualquer adolescente alcançar. Por conta disso, toda e qualquer decisão privada sua sempre acabava se tornando pública e alcançava proporções absurdas. Fosse um namorado, fosse suas amizades, fosse alguma declaração de que o público não gostava, tudo servia (e ainda serve) de pretexto para IU ser atacada por haters que não a achavam merecedora do título de “irmãzinha”, seja por acharem-na hipócrita por ter uma vida e não incorporar o título por completo, seja por aqueles que gostavam da fantasia da irmãzinha e se sentiram traídos quando IU se voltou contra isso. Todo esse hate culminou em Chat-Shire, de 2015, um trabalho controverso e que absolutamente marcou a carreira dela. Agora, dois anos depois (uma eternidade para o k-pop), IU está de volta com seu quarto LP, Palette. Será que as consequências de Chat-Shire ainda podem ser sentidas nesse novo trabalho? O que IU tem a dizer agora?

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ALBUM REVIEW: Koda Kumi – W Face ~Inside & Outside~

Daí que mês passado Koda Kumi saiu de um loooongo hiato (dois anos sem Koda lançar LP? Honestamente achei que ela tinha morrido), prometendo chacoalhar as coisas com não um, mas DOIS trabalhos simultâneos, sendo um álbum rampeiro de farofas baixo nível e um álbum puro e inocente de baladas e midtempos perfeitas pra primavera japonesa. Sim, basicamente uma trucagem roubada de I Am…Sasha Fierce, só que elevada ao próximo nível, com Kumi não se satisfazendo em lançar um álbum duplo, mas sim dois álbuns simultâneos, provavelmente pra tentar atingir o primeiro e o segundo lugar da ORICON com trabalhos originais. E sabem o que é mais chocante? ELA CONSEGUIU, igualando o recorde de QUARENTA.E.SETE.ANOS.ATRÁS. da mãe da Utada (sim, wtf). Mas é aquela coisa, conseguir primeiro lugar na ORICON batendo recordes negativos de “álbum menos vendido do ano a conseguir primeiro lugar” é algo que ela sempre faz, mas será que esses álbuns prestam? Vejamos.

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ALBUM REVIEW: Utada Hikaru – Fantôme

Quando notícias de um possível retorno de Utada surgiram no fim de 2015, foram poucos os que as levaram a sério. Afinal, Utada estava em hiato havia tanto tempo que um possível retorno soava inalcançável. Ainda mais que ela havia acabado de se casar e se tornar mãe, havia acabado de lidar com o suicídio de sua própria mãe… a vida pessoal de Utada parecia atribulada demais para ela sequer se importar com sua carreira (todos sabemos que ela é bancada por royalties de EVA e Kingdom Hearts, e que dinheiro não é um problema). Mas todas essas mudanças em sua vida aparentemente resultaram num estopim criativo que Utada não havia tido até aqui, e as novas experiências e ideias resultaram numa vontade renovada de compor, que por sua vez resultou no álbum que agora temos entre nós, Fantôme.

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