ALBUM REVIEW: IU – Palette

IU é uma das estrelas mais fascinantes de todo o k-pop. De idol manufaturada a dona de si, IU desabrochou e amadureceu como artista como poucos atos conseguem fazer numa cena tão sufocante e controladora quanto a cena pop coreana. IU muito cedo em sua carreira ganhou o título de “a irmãzinha da Coreia”, um rótulo que a colocou dentro de uma caixa e colocou nela expectativas irreais para qualquer adolescente alcançar. Por conta disso, toda e qualquer decisão privada sua sempre acabava se tornando pública e alcançava proporções absurdas. Fosse um namorado, fosse suas amizades, fosse alguma declaração de que o público não gostava, tudo servia (e ainda serve) de pretexto para IU ser atacada por haters que não a achavam merecedora do título de “irmãzinha”, seja por acharem-na hipócrita por ter uma vida e não incorporar o título por completo, seja por aqueles que gostavam da fantasia da irmãzinha e se sentiram traídos quando IU se voltou contra isso. Todo esse hate culminou em Chat-Shire, de 2015, um trabalho controverso e que absolutamente marcou a carreira dela. Agora, dois anos depois (uma eternidade para o k-pop), IU está de volta com seu quarto LP, Palette. Será que as consequências de Chat-Shire ainda podem ser sentidas nesse novo trabalho? O que IU tem a dizer agora?

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ALBUM REVIEW: Koda Kumi – W Face ~Inside & Outside~

Daí que mês passado Koda Kumi saiu de um loooongo hiato (dois anos sem Koda lançar LP? Honestamente achei que ela tinha morrido), prometendo chacoalhar as coisas com não um, mas DOIS trabalhos simultâneos, sendo um álbum rampeiro de farofas baixo nível e um álbum puro e inocente de baladas e midtempos perfeitas pra primavera japonesa. Sim, basicamente uma trucagem roubada de I Am…Sasha Fierce, só que elevada ao próximo nível, com Kumi não se satisfazendo em lançar um álbum duplo, mas sim dois álbuns simultâneos, provavelmente pra tentar atingir o primeiro e o segundo lugar da ORICON com trabalhos originais. E sabem o que é mais chocante? ELA CONSEGUIU, igualando o recorde de QUARENTA.E.SETE.ANOS.ATRÁS. da mãe da Utada (sim, wtf). Mas é aquela coisa, conseguir primeiro lugar na ORICON batendo recordes negativos de “álbum menos vendido do ano a conseguir primeiro lugar” é algo que ela sempre faz, mas será que esses álbuns prestam? Vejamos.

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ALBUM REVIEW: Utada Hikaru – Fantôme

Quando notícias de um possível retorno de Utada surgiram no fim de 2015, foram poucos os que as levaram a sério. Afinal, Utada estava em hiato havia tanto tempo que um possível retorno soava inalcançável. Ainda mais que ela havia acabado de se casar e se tornar mãe, havia acabado de lidar com o suicídio de sua própria mãe… a vida pessoal de Utada parecia atribulada demais para ela sequer se importar com sua carreira (todos sabemos que ela é bancada por royalties de EVA e Kingdom Hearts, e que dinheiro não é um problema). Mas todas essas mudanças em sua vida aparentemente resultaram num estopim criativo que Utada não havia tido até aqui, e as novas experiências e ideias resultaram numa vontade renovada de compor, que por sua vez resultou no álbum que agora temos entre nós, Fantôme.

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ALBUM REVIEW: BED.IN – RICH

Muitos álbuns grandes (e até mesmo mitológicos no caso de certos atos) haviam sido prometidos pra 2016 – álbum de debut do BLACKPINK, o lado velvet, álbum chinês de T-ARA (hahaha) – e enquanto o retorno de Utada continua sendo um assunto imbatível, havia um outro álbum que eu estava esperando quase tanto: o álbum de debut das rainhas trash do BED.IN. Se você não acompanha o ASIANMIXTAPE tem muito tempo, talvez não saiba quem elas são, mas saiba isso: VOCÊ ESTÁ VIVENDO SUA VIDA ERRADO SE NUNCA VIU UM CLIPE DESSAS DUAS, E AGORA QUE ELAS LANÇARAM UM FULL ALBUM, ACABOU PRAS OUTRAS!!

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ALBUM REVIEW: Hamasaki Ayumi – M(A)DE IN JAPAN

Daí que Hamasaki Ayuoncé chocou a todos essa semana ao simplesmente largar no Tidal no serviço de streaming da AVEX seu novíssimo álbum de estúdio, MADE IN JAPAN. Ou melhor, MDE IN JAPAN, usando o símbolo tosco dela (não sei por que ela já não chamou o álbum de “MDE IN JPN” de uma vez). Notícias de um álbum novo de Ayu não deveriam chocar ninguém, visto que ela lança um a cada dez meses. Mas como ela é a primeira artista japonesa relevante a beyoncezar um álbum, um buzz inexplicável foi criado em cima de um lançamento de uma verdadeira hasbeen. Será que com MDE IN JAPAN Ayu conseguirá dar uma guinada na carreira? Ou de interessante no álbum é só a estratégia de divulgação mesmo? Veremos.

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ALBUM REVIEW: Perfume – Cosmic Explorer

Demoraram quase três anos, sete singles e quatro tours, mas o quinto álbum de estúdio de Perfume finalmente está entre nós. Será que ele está tão bom quanto o LEVEL 3 foi? Será que ele corrigiu (os poucos) problemas que afligiam o álbum passado? Ou será que COSMIC EXPLORER será praticamente uma single collection feito JPN antes dele? Descubram as respostas para estas e outras questões da vida a partir de agora!!1

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