TOP100 MELHORES MÚSICAS DE 2017 (PARTE 6: 25° – 11°)

E chegou a hora do corte final antes da revelação do top10 de 2017 de acordo com o Asian Mixtape. Essas são todas músicas incríveis e representativas do ano como um todo, mas que na minha opinião não foram tão marcantes e viciantes quanto as faixas presentes no top10, mesmo que por muito pouco. Sintam-se a vontade pra reclamar, mas claro, existem vários outros blogs por aí com suas próprias listas, talvez vocês se identifiquem mais com o top10 de outro lugar. Apenas saibam que todos vocês estão errados. :V Agora vamos lá.

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Com What’s My Name, T-ARA se consagram rainhas do disband e deixam o k-pop por cima (ao menos por hora).

2017 tem sido uma montanha-russa para T-ARA. Abriram o ano com Hwayoung finalmente sendo desmascarada como uma vilã de novela mexicana, só que na vida real. Daí revelaram que o contrato delas iria expirar, e que todas lançariam um álbum satânico intitulado 666 como despedida. Daí a MBK resolveu dar ainda outro solo pra DIA antes do adeus de T-ARA sabe-se lá por quê, e com isso os contratos de Boram e da avulsa expiraram antes delas poderem se despedir com as outras. E enquanto isso é meio triste e frustrante, honestamente? MAIS T-ARA/MBK QUE ISSO, IMPOSSÍVEL. Sempre fomos trollados por esse combo constantemente, então essa última cagada deles antes do adeus me soa bem em linha com a história do grupo. Então vamos dar um caloroso tchau pras rainhas trolls bullies do capope, porque elas merecem. Ainda mais que não deram tchau com baladinha bosta, né?

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Lollin’ é o melhor single das Brave Girls até hoje e ponto. 2017>>>

Daí que as Brave Girls voltaram segunda-feira basicamente ao mesmo tempo que GFRIEND. E como eu havia ouvido o single de Géssica primeiro e adorado, preferi segurar um dia ou dois antes de ouvir Rollin’, pra realmente aproveitar Pingotip antes de jogar outra coisa promissora no balaio surpreendentemente bom do k-pop esse ano. Mas agora eu já ouvi Rollin’ e posso dizer sem sombra de dúvidas que esse é o melhor single delas nesses seis anos de vida:

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YOO-HOO das Brave Girls é a prova de que santo de casa não faz milagre

Se tem um grupo que está fazendo seu 2016 valer, esse definitivamente é Brave Girls. Elas inexplicavelmente voltaram dos mortos com tudo esse ano, de line-up novo, plásticas novas e com uma disposição em fazê-las acontecer por parte do Brave Brothers que simplesmente não estava lá até agora. Mas uma coisa se manteve: a completa inconsistência de som/imagem. O grupo já teve de tudo: número de reggae, número de PBR&B, número genérico farofeiro… tudo com diferentes níveis de qualidade. Parece até que Brave Brothers está usando o grupo pra colecionar figurinhas de todos os conceitos disponíveis no k-pop (esperando agora o aegyo concept e o super sentai concept). E se tem um que não pode faltar, obviamente é o verão concept, né?

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Stellar se une a Brave Brothers em sua mais nova tentativa de deslanchar, Cry.

Stellar tem andado numa maré de acertos grande desde 2014 (se descontarmos Fool, claro), mas todas as faixas celestiais assinadas por Sweetune/Monotree que elas lançaram infelizmente resultaram em ZERO sucesso pras quatro. A agência delas pelo visto está desesperada para fazê-las acontecer, e após apelar pra sexy concepts cada vez mais escandalizantes, eles agora recorreram ao último recurso do k-pop pra quem quer acontecer: BRAVE SOUND DROP IT! Será que Brave Brothers acertou de novo? Será que esse é um single descartado de AOA? Será que teremos closes ginecológicos? Essas e outras questões vocês encontram respondidas a.g.o.r.a:

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Brave Girls retornam com a genérica (mas agradável) “High Heels”

Brave Brothers havia resolvido tirar as Brave Girls do porão no começo do ano com um line-up praticamente diferente do original para Deepened, um single que apostou no PBR&B da modinha, mas soube fazê-lo de modo marcante, afastando Brave Girls da manada… então é claro que Deepened flopou num icônico ápice de 100° lugar na GaOn, né? É, poisé. Brave Brothers então recalibrou a imagem do grupo novamente, deixou de lado as pretensões pedantes e apostou no que ele faz melhor: uma midtempo sensual com cada integrante interpretando um fetiche diferente no clipe.

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