Churrasco 2017: Revelando as faixas que ficaram na peneira do BEST OF 2017

Sim, eu estou sabendo que saiu ChungHa e tal, mas eu nem ouvi ainda, então ignorem ela e sigam comigo, porque esse post só existe por insistência e chatice de vocês. Durante o best of 2017, eu mencionei que havia feito uma seleção de aproximadamente 130 músicas pro meu top, sem perceber que isso levaria alguns de vocês a marretarem o formulário de contato do blog perguntando se o bias underground X ou Y estava entre essas faixas, porque aparentemente minha opinião iluminada é um método de validação imenso. Mas como eu já estou ficando de saco cheio desses e-mails, achei melhor revelar quais foram as faixas que ficaram na peneira todas de uma vez, me poupando de receber mais spam sobre isso. Então venham, povo! Será que seu bias foi esquecido no churrasco do ASIANMIXTAPE? Ou ele foi tão merda que NEM PRO CHURRASCO FOI? Descubram agora.

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MIXTAPE – JANEIRO’17 (feat. DEZEMBRO’16)

Ano novo, vida nova, design e destino novos para as mixtapes mensais do ASIANMIXTAPE. Sim, pessoas. Estou migrando minhas merdas do cagado e limitado 8tracks, que teima em não deixar as pessoas fora dos EUA ouvirem a porra das playlists, para o Mixcloud, que apesar de dar mais trabalho pra uploadear as faixas, também dá a oportunidade pra qualquer um ouvir o conteúdo, independentemente do território (sem contar que não me limita a duas faixas por ato e ainda deixa vocês pularem faixas e adiantarem e voltarem pelo conteúdo). Pretendo migrar minhas mixtapes mais icônicas (as especiais de produtores, nugus, etc) pouco a pouco pra essa nova plataforma. Mas essa não é a única mudança, povo!!1 Sigam em frente para ainda. mais. transformações!!1

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Paradise é boa, mas música é o aspecto menos relevante sobre o retorno de S.E.S.

Eu nunca fui grande apreciador de S.E.S. pelo pouco que eu ouvi delas. I’m Your Girl é bastante amadora, I Love You é inespecífica, Love parece filler de album… das que eu conheço, Just A Feeling e Dreams Come True são as únicas legais (a primeira por parecer um single das Spice Girls e a segunda por ter um instrumental único e instantaneamente reconhecível). Minha impressão do apreço de muitos pelo grupo sempre se resumiu mais à nostalgia pela infância/adolescência do ouvinte (tipo brasileiro com Rouge/Br’oz) do que pela qualidade dos lançamentos em si. E não tem nada de errado nisso. Mas como eu não ouvia k-pop quando elas estavam no auge, o catálogo de S.E.S. não faz nada por mim, logo, essa comemoração de 20 anos do grupo significava muito pouco pra mim musicalmente falando. Ela era importante mais por outros motivos, que eu comentarei melhor depois. Mas antes, o primeiro dos A-SIDEs, Paradise:

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